Pesquisa na Web

Pesquisa personalizada
SEJAM BEM VINDOS AO AGRO INFORMAÇÕES

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Campanha de vacinação prejudicada

Greve suspende vacinação contra aftosa (titulo original)
SÃO LUÍS - Os 450 técnicos da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged) no Maranhão entraram em greve hoje para reivindicar uma série de benefícios ao Governo do Estado. Devido à paralisação, estaria suspensa parcialmente a campanha de vacinação contra a febre aftosa, iniciada no último dia 1º em todo o estado. No início desta manhã, os técnicos fizeram um ato público em frente à sede da Aged, na avenida Marechal Castelo Branco, no São Francisco. Com o apoio de um carro de som, eles cobravam o cumprimento de um acordo firmado ano passado com o governo estadual, por meio do qual deveriam ter obtido vários ganhos. A pauta de reivindicações dos técnicos contém 14 itens, entre os quais adicional por insalubridade, por dedicação exclusiva e por interiorização, passe-livre em terminais de ferry-boat durante o deslocamento para exercício da função, auxílio-alimentação, segurança nas barreiras sanitárias, gratificação sobre a arrecadação de impostos que incidem sobre produtos agropecuários, concurso público e elevação da atividade à condição de serviço essencial.A greve iniciada hoje comprometerá o cronograma da campanha de vacinação contra a febre aftosa, que inicialmente seria realizada de 1º a 31 de maio. No Maranhão, foi estabelecida a meta de vacinar 93% dos rebanhos bovino (7 milhões) e bubalino (81 mil).De acordo com a lei estadual nº 7.386, de 16 de junho de 1999, e o decreto estadual nº 20.036, de 10 de novembro de 2006, o produtor deve comprovar que imunizou o rebanho durante o período oficial de vacinação ou até 15 dias após o término. A vacina contra a febre aftosa é obrigatória.Mais informações no Blog do jornalista Daniel Mattos
Processo de produção da cachaça passo a passo:

Corte
O primeiro passo é o corte da cana e a extração da garapa ou suco da cana que precisa ser bastante limpa para obter-se um produto de qualidade. No Brasil, a cana de açúcar atinge o ponto máximo de sacarose entre junho e julho e o solo ideal deve ter o pH entre 4,5 e 6. Outro fator importante sobre o corte é que a cana verde vai produzir metanol, o que é indesejável em uma boa "cana".

Fermentação
A fase da fermentação é onde o açúcar é transformado em álcool. A fermentação é dita artesanal quando acontece de forma espontânea a partir da cana moída.
A fermentação caipira consiste em introduzir na garapa agentes catalisadores como o fubá, farelo de trigo, arroz, soja ou milho. Nos alambiques artesanais, a fermentação deve durar aproximadamente 18 horas.
A fermentação industrial é induzida por agentes químicos.
Na fase de fermentação é que deve ser tomada a decisão de fazer ou não a infusão de frutas, ervas ou outros elementos que, ao fermentar junto com a garapa, darão sabor ao álcool.

Destilação
Esta é a fase final do processo de produção da cachaça. A garapa fermentada é levada para o alambique onde é aquecida e o álcool é concentrado. Como o álcool tem um ponto de evaporação mais baixo que a água, ele se desprende da garapa primeiro produzindo o que se chama "cachaça de cabeça", que é extremamente forte, por volta de 75o GL, e possui muitos elementos não desejados como o metanol. Conforme a destilação prossegue, cada vez mais água vai sendo adicionada à cachaça, chegando ao ponto onde não temos praticamente mais álcool. Isso é o que se chama de "cauda". Então para se ter um produto de melhor qualidade, corta-se grande parte da cabeça e da cauda da batelada.

Envelhecimento
A partir da destilação, a cachaça poderá ser engarrafada ou envelhecida em madeira. O importante no envelhecimento é permitir a oxidação do álcool. Então um recipiente de metal não permitirá o envelhecimento adequado por não permitir entrada do ar. Podem ser usados vários tipos de madeira como o carvalho, ipê, pau d’água, etc. A escolha de um bom recipiente de envelhecimento é fundamental para o sabor final do produto.

Envase
O Engarrafamento consiste em acondicionar o produto em embalagem adequada: nova, normalmente de vidro, comumente em volumes de 600 ou 1.000 ml. Neste processo, através de uma enchedora, a cachaça é transferida para a embalagem, observando os cuidados de filtragem do destilado, sendo posteriormente fechada com tampa metálica, rolha ou conta-gotas. Também se observa, como nova tendência de mercado, a utilização de vasilhames de cerâmica, especialmente por estabelecimentos mais preocupados com a diferenciação e sofisticação do produto.

Rotulagem
O vasilhame deve ser devidamente identificado com rótulo atrativo e que contenha informações esclarecedoras para o consumidor.


Diferentes tipos de Cachaças:

Brancas:

Para a fabricação da aguardente branca de 48º, procede-se de acordo com a seguinte fórmula:
- Álcool de 96º - 10 litros;
- Essência de cana - 40 cm3;
- Água - 10 litros.

Começa-se por dissolver a essência no álcool. Logo depois de uma boa agitação, se junta a água. Feito isto, é removido o líquido, deixa-se em repouso durante vários dias, transcorridos os quais se filtra. Com isto, o produto está pronto para ser engarrafado.

Para a fabricação de aguardente branca de 80º, procede-se de acordo com a seguinte fórmula:
- Álcool de 96º - 8 litros;
- Essência de cana - 50 cm3;
- Água - 1,5 litros;
- Açúcar branco - 200 g

Mistura-se a essência com álcool. À parte, se dissolve o açúcar na água e esta solução se junta com a solução alcoólica antes preparada, mexendo-se bem para que se obtenha uma perfeita mistura. Filtra-se e se deixa em repouso durante uns 2 dias; torna-se a filtrar e se engarrafa.


Coloridas:

Para a obtenção do colorido se usa caramelo de açúcar queimado, o qual se prepara da seguinte maneira; toma-se certa quantidade de açúcar (por exemplo, 5 Kg) e se coloca a queimar num recipiente de porcelana, de capacidade 3 vezes maior que o volume do açúcar; à parte se preparam 7 litros de água quente, enquanto se continua queimando o açúcar.

Quando se observa que este faz muita espuma e que tende a sair da vasilha, verte-se o mesmo com rapidez no recipiente onde está a água quente, com a qual se mistura. Este caramelo, além de ser muito apropriado para dar cor à aguardente, resulta nutritivo e de bom sabor ao paladar. A dose de caramelo que se deve por na aguardente varia segundo o grau de coloração que se deseja.

Para a fabricação de aguardente colorida de 48º, procede-se de acordo com a seguinte fórmula:
- Álcool de 96º - 10 litros;
- Essência de cana - 60 cm3;
- Água - 10 litros;
- Açúcar branco - 400 g;
- Caramelo de açúcar queimado à vontade.

Mistura-se a essência com o álcool e bate-se bem. À parte, dissolve-se o açúcar da fórmula, e, uma vez dissolvido, se junta com o álcool. Mexe-se bem e se junta à calda de açúcar queimado na proporção que se deseja, segundo a intensidade da cor. Filtra-se e depois de um repouso de 2 dias, pode-se engarrafar.

Para a fabricação de aguardente colorida de 80º, procede-se de acordo com a seguinte fórmula:
- Álcool de 96º - 8 litros;
- Essência de cana - 50 litros;
- Água - 1,5 litros;
- Açúcar branco - 300 g;
- Caramelo de açúcar queimado à vontade.

Mistura-se a essência de cana com o álcool e depois de agitados deixa-se o líquido em repouso. À parte, dissolve-se o açúcar na água e esta solução se junta à solução alcoólica da cana. Em seguida, se junta o caramelo de açúcar queimado, na quantidade que se precise para a coloração desejada. Mexe-se bem e filtra. Após 2 dias de repouso se engarrafa.


Aguardente de Arroz:

Depois de proceder à fermentação vinosa, procede-se como no fabrico das demais, apenas com a diferença de que o arroz é preciso deixá-lo germinar, secar, reduzir a farinha grossa, como aquele cereal, e seguir o sistema inglês. O fabrico da aguardente de arroz exige as mesmas precauções e temperatura na sua maceração que o da aguardente de cevada.


Aguardente de Aveia:

Fabrica-se como a aguardente de centeio seguindo-se o sistema inglês, obtendo-se para cada 100 kg de cereal 34 a 35 L de aguardente.


Aguardente de Batatas:

Tomam-se 2 kg de cevada germinada, seca ao ar e pisada num moinho, e 50 kg de batatas. Desfaz-se a cevada em água-morna e deita-se ainda umedecida numa tina destinada à fermentação; deitam-se depois, por cima, 12 litros de água fervendo, mexendo bem, juntam-se as batatas, que devem ter sido cozidas em água ou a vapor ou esmagadas, misturando-as com a cevada e mexendo. Cobre-se tudo e deixa-se em repouso durante 2 horas.

Seguidamente, adicionam-se, por partes, 112 litros de água quase fria, a fim de que a massa não atinja temperatura superior a 10 ou 12º Reamur, um copo ou mais de aguardente fina, mexe-se bem e deixa-se repousar. Decorrido algum tempo, começa a fermentar com mais ou menos força, conforme a temperatura a que foi submetida e a quantidade de levedura que contiver.

Deve-se advertir que a temperatura nunca deverá exceder 60º. Deixa-se acabar a fermentação, que se prolonga, geralmente, por 3 a 4 dias, e que se conhece que acabou quando as batatas estão no fundo da vasilha. É, então, o momento de se proceder à destilação. Passa-se segunda vez ao alambique o produto da primeira destilação, e, se a fermentação tiver sido boa, esta quantidade poderá dar 5 a 6 litros de aguardente a 50º C. A destilação deverá ser a vapor, a fim de evitar o gosto de queimado; e, destilando terceira vez, obter-se-á o álcool de 84º C.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Irrigação e manejo de água para a cultura da melancia em Roraima

O arquivo traz informações técnicas soobre os seguintes itens:Sistemas de irrigação,Irrigação por sulcos,Sistema de irrigação por mangueiras,Irrigação por aspersão,Irrigação Localizada (gotejamento / xique xique),Manejo da irrigação.

A melancia cujo nome cientifico é Citrullus lanatus pertence à família das cucurbitáceas (a mesma do melão, abóbora, maxixe) é originária da África equatorial.
Em Roraima, a cultura da melancia com ciclo em torno de 80 dias, surge como uma das alternativas de exploração agrícola para as áreas de cerrado e de mata. A adaptação da cultura às condições da região, aliada à boa aceitação dos frutos no mercado local e o rápido retorno econômico, quando comparado a outras culturas, têm despertado grande interesse dos produtores pelo seu cultivo no Estado.
Autor:
Roberto Dantas de Medeiros, Admar Bezerra Alves, Marcos Antônio B. Moreira, Wellington Faria Araújo, José Oscar L. de Oliveira Jr.
fonte: circular tecnica da Embrapa
PARA BAIXAR CLIQUE NO TITULO-ARQUIVO EM PDF

Técnicas para o cultivo da mandioca em Roraima


O arquivo Indicações técnicas para o cultivo da mandioca em Roraima traz informações sobre:
Classificação botânica,Toxicidade,Clima e Solo,Produtos,Influencia no Cclovegetativo,Controle da erosão,Plantio,Variedades,Rotação de culturas,Sementes - Seleção de ramas,Quantidade de manivas (sementes),Transporte de ramas,Épocas de plantio,Preparo do terreno,Adubação e calagem,Sistemas de plantio,Culturas Intercalares,Cobertura dos sulcos,Sulcamento do terreno,
Espaçamento,Principais ervas daninhas,Tratos culturais,Poda,Moléstias e Pragas,Bacteriose ou "murcha bacteriana",Superbrotamento" ou"envassouramento" ,Cercospora,Brocas do caule,Mandarová,Larvas dos brotos,Os cupins,Épocas de colheita,Sistemas de colheita,
Produção de raízes,Produção de ramas,Produção de Mandioca - Mercado,Transporte de raízes,
Conservação de raízes,Comercialização.

Autor:Dalton Roberto Schwengber

PARA BAIXAR O ARQUIVO COMPLETO EM PDF CLIQUE NO TITULO ACIMA

Cultivo do Mamoeiro em Roraima

O arquivo cultivo do mamoeiro em roraima traz informaçoes sobre: Solo e Clima, Variedades,Formação de Mudas, Plantio,Preparo do Solo de Cerrado e de mata,Coveamento,Transportes das mudas, Espaçamento,Plantio Definitivo,Irrigação e Drenagem,Tratos Culturais, Adubação,Plantas Daninhas,Desbastes de Plantas,Desbaste de Frutos, Renovação do Pomar, Pragas e Doenças, ácaro branco,ácaros vermelho, formigas cortadeiras,mosaico do mamoeiro (PRV) ,antracnose,Varíola,Oídio,Controle químico das principais pragas e doenças fúngicas do mamoeiro.
Autor: Geraldo Costa Nogueira Filho, Alberto Moura de Castro
Muito bom!
PARA BAIXAR O ARQUIVO COMPLETO EM PDF

Utilização de Inoculantes de Bradyrhizobium no Cultivo de Soja nos Cerrados de Roraima

Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) na Cultura da Soja no Brasil.

As principais fontes de nitrogênio disponíveis para a soja são osfertilizantes nitrogenados e a fixação biológica de nitrogênio. No Brasil, aFBN se constitui na fonte mais viável economicamente e ecologicamente para a cultura. A simbiose, que ocorre entre esta leguminosa e as bactérias do gênero Bradyrhizobium (bactérias do grupo rizóbio) que resulta na formação de nódulos nas raízes da planta, possibilita a obtenção de todo o nitrogênio que a cultura necessita para alta
produtividade. Avaliações realizadas em diversas regiões produtoras de soja indicam que a FBN é responsável por mais de 80% do nitrogênio acumulado pela planta, o que significa um volume de 110 a 250 kg/ha a cada safra. Isto demonstra que o sucesso da soja, no Brasil, em grande
parte se deve a eficiente exploração da FBN.
O uso da FBN, em Roraima, onde o custo do nitrogênio supera R$ 2,5 reais o quilo grama, significa uma redução de mais de 50% no custo de produção da soja, em relação ao custo com nitrogênio mineral. A redução do custo de produção torna a soja altamente competitiva no mercado mundial, representando uma economia estimada em mais de 3 bilhões de
dólares anuais para o Brasil.
Resultados obtidos em todas as regiões onde a soja é cultivada mostram que a aplicação de fertilizantes nitrogenados minerais na semeadura ou em cobertura, em qualquer estádio vegetativo da planta, em sistemas de plantio direto ou convencional, não aumenta a produtividade da soja. Ao contrário, a aplicação de nitrogênio mineral em quantidade superior a 20 kg/ha tende a inibir a formação de
nódulos nas plantas e a própria FBN.
Experimentos conduzidos em Londrina e Ponta Grossa no Estado do Paraná, com dois cultivares de soja, aplicando-se até 400 kg/ha de N, mesmo divididos em aplicações durante o ciclo vegetativo da cultura não resultou em aumento da produtividade.

Autor: Jerri Édson Zilli, Rubens José Campo, Karen Gonçalves Ribeiro, Vicente Gianluppi, Oscar José Smiderler, Mariângela Hungria
CLIQUE NO TITULO ACIMA PARA BAIXAR O ARQUIVO COMPLETO EM PDF

Cultivo do Milho em área de Cerrados de Roraima

O arquivo em pdf, tem informações sobre: Seleção e preparo da área, Terraceamento, Limpeza da área,Preparo do solo,Correção e manutenção da fertilidade do solo, Calagem,Adubação, Adubação nitrogenada, Adubaçãofosfatada, Adubação potássica, Adubação com enxofre,Adubação com micronutrientes, Cultivares recomendadas, População de plantas e espaçamento, Época de semeadura, Práticas culturais, Controle de plantas daninhas, Controle de pragas, Danos dos insetos-praga, Controle dos insetos-praga, Controle de doenças, Colheita.
Para baixar o arquivo clique no titula acima
Autor:Aloisio Alcantara Vilarinho, Alberto Luiz Marsaro Jr., Kátia de Lima Nechet, Daniel Gianluppi, Vicente Gianluppi, Oscar José Smiderle

Palavra-chave

Entre em contato comigo

Nome:

E-Mail:

Assunto:

Mensagem: