Jacqueline Heluy
Agência Assembléia
A greve dos funcionários da Secretaria Estadual de Agricultura (Aged) e dos motoristas e cobradores de ônibus foi abordada na sessão de hoje (quinta-feira, 5), pelo líder da bancada oposicionista na Assembléia Legislativa, deputado Ricardo Murad (PMDB). Para ele, a paralisação dos dois segmentos é tão danosa à população quanto a dos policiais civis e merece atenção especial do governo.
Ricardo Murad destacou que a greve na Aged oferece sérios riscos à população maranhense, pois afeta diretamente o controle sanitário animal, responsável pelo combate à febre aftosa no estado. “O Maranhão é grande produtor de carne, mas também é campeão no Brasil de aftosa”, ressaltou.
De acordo com o parlamentar oposicionista, a greve desta categoria é motivada não apenas por questões salariais, mas por uma série de reivindicações referentes à qualidade dos serviços que o segmento pretende prestar à sociedade, mas a secretaria não oferece a estrutura necessária.
Segundo Ricardo, apenas 10 estados brasileiros estão livres da aftosa em decorrência de um esforço muito grande e o Maranhão continua em médio risco há cinco anos. Ele alerta para a situação gravíssima que a pecuária maranhense atravessa, destacando que “o governo teima em não priorizar a categoria para acabar com a situação vergonhosa em que o Maranhão se encontra”.
Ricardo informou que o rebanho do Maranhão beira hoje sete milhões de cabeças de gados, mais do que o número de habitantes maranhenses, e que o governo passou quase cinco anos, durante a administração de José Reinaldo, sem vacinar o rebanho. “Estados vizinhos como Goiás, Tocantins, Sul do Pará e Mato Grosso já estão livre da aftosa. Se a vacinação tivesse sido feita, já estaríamos livres da doença”, afirmou.
ÔNIBUS
O deputado Ricardo Murad também externou na sessão de hoje preocupação com a proposta de aumento de 4% apresentada pelos empresários durante audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para os trabalhadores nos transportes urbanos. Ele classificou a proposta de “indecente e indecorosa".
Ricardo também criticou informações que teriam sido dadas pelo secretário Canindé Barros (Transportes) a uma rádio de que das 19 empresas de ônibus de São Luís, só quatro pagam ISS, ou seja, 15 empresas são sonegadoras.
“O prefeito ainda tem a desfaçatez de mandar para a Câmara um projeto de isenção. Ele está cometendo crime de ser conivente com a sonegação fiscal, um dos mais graves contra o erário público”, destacou.
Segundo o líder oposicionista, a Prefeitura arrecada cerca de R$ 800 mil por mês de ISS e quer dar isso para os empresários. Ele garantiu que entrará com uma representação contra essa isenção para que seja investigado quais os reais objetivos de uma medida dessas.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Produtores “furam” greve da Aged, afirma sindicato
MATÉRIA PUBLICADA NO JORNAL O ESTADO DO MARANHÃO, DIA 05/06/2008.
Barreiras fiscais
Produtores "furam" greve da Aged, afirma sindicato
Cezar Scanssette
Da equipe de O Estado
A greve dos servidores da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged) completa hoje 10 dias. De acordo com o presidente do Sindicato dos Fiscais da Aged (Sinfa), Hamilton Cruz, agricultores, pecuaristas e frigoríficos tentam passar pelas barreiras fiscais e sanitárias estaduais sem a Guia de Trânsito Animal (GTA). Cruz disse ontem que vai denunciar o caso ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
"Soubemos que alguns frigoríficos no sul do estado transportaram carne para o Tocantins durante a greve sem a Guia de Trânsito Animal (GTA), que é expedida pela Aged. Também fomos informados de que isso aconteceu na barreira de Timon, na divisa com o Piauí. Isso tudo é irregular e, nesse caso, cabe ao estado que vai receber esses produtos aceitá-los ou não sem a GTA. De qualquer forma, vamos levar isso ao conhecimento do Ministério da Agricultura", informou.
A greve no setor de fiscalização agropecuária já comprometeu o cronograma da campanha de vacinação contra a febre aftosa, cuja programação era de 1º a 31 de maio. No Maranhão, foi estabelecida a meta de vacinar 93% do rebanho bovino (7 milhões de cabeças) e de bubalino (81 mil).
A pauta de reivindicações dos técnicos contém 14 itens, com destaque para a questão do adicional por insalubridade por dedicação exclusiva e por interiorização; passe-livre em terminais de ferry-boat durante o deslocamento para exercício da função, auxílio-alimentação, segurança nas barreiras sanitárias, gratificação sobre a arrecadação de impostos que incidem sobre produtos agropecuários; concurso público e elevação da atividade à condição de serviço essencial.
Barreiras fiscais
Produtores "furam" greve da Aged, afirma sindicato
Cezar Scanssette
Da equipe de O Estado
A greve dos servidores da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged) completa hoje 10 dias. De acordo com o presidente do Sindicato dos Fiscais da Aged (Sinfa), Hamilton Cruz, agricultores, pecuaristas e frigoríficos tentam passar pelas barreiras fiscais e sanitárias estaduais sem a Guia de Trânsito Animal (GTA). Cruz disse ontem que vai denunciar o caso ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
"Soubemos que alguns frigoríficos no sul do estado transportaram carne para o Tocantins durante a greve sem a Guia de Trânsito Animal (GTA), que é expedida pela Aged. Também fomos informados de que isso aconteceu na barreira de Timon, na divisa com o Piauí. Isso tudo é irregular e, nesse caso, cabe ao estado que vai receber esses produtos aceitá-los ou não sem a GTA. De qualquer forma, vamos levar isso ao conhecimento do Ministério da Agricultura", informou.
A greve no setor de fiscalização agropecuária já comprometeu o cronograma da campanha de vacinação contra a febre aftosa, cuja programação era de 1º a 31 de maio. No Maranhão, foi estabelecida a meta de vacinar 93% do rebanho bovino (7 milhões de cabeças) e de bubalino (81 mil).
A pauta de reivindicações dos técnicos contém 14 itens, com destaque para a questão do adicional por insalubridade por dedicação exclusiva e por interiorização; passe-livre em terminais de ferry-boat durante o deslocamento para exercício da função, auxílio-alimentação, segurança nas barreiras sanitárias, gratificação sobre a arrecadação de impostos que incidem sobre produtos agropecuários; concurso público e elevação da atividade à condição de serviço essencial.
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Greve da Aged -Balsas Parada
BALSAS PARADA!!!!
AQUI FISCAIS E ASSISTENTES PERMANECEM COM AS ATIVIDADES DE FISCALIZAÇÃO PARADAS, ESTAMOS ESPERANDO COMO TODOS POR UMA RESPOSTA DO GOVERNO, FIZEMOS UMA MANIFESTAÇÃO ONTEM EM FRENTE AO ESCRITÓRIO, SERVIMOS UM GOSTOSO CAFÉ DA MANHÃ AOS CRIADORES QUE CHEGAVAM PARA TRATAR DE ALGUM ASSUNTO NA SEDE DO ESCRITÓRIO, RELATAMOS NOSSAS REINVIDICAÇÕES E UM CRIADOR DA REGIÃO DEU ENTREVISTA EXTERNANDO SEU APOIO A CAUSA E SUA PREOCUPAÇÃO COMA SITUAÇÃO QUE PODE SE AGRAVAR, AS FOTOS DO DIA DE ONTEM ENCONTRAM-SE NO MEU ORKUT...
CLEIDE SELMA
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quinta-feira, 5 de junho de 2008
Impasse entre Trabalhadores da AGED e o Governo do Estado
INFORMAÇÕES - 05/06/2008
O comando de greve reuniu-se na tarde de ontem com o superintendente da SFA-MA. Dr. Fernando Machado, para tratar do apoio do mesmo, no sentido de contactar com as autoridades do governo estadual a fim de encontrar uma solução para o impasse entre os trabalhadores da AGED-MA e o Governo do Estado. O Dr. Fernando colocou-se a nossa disposição e ontem mesmo começou a conversação com o Secretário Estadual de Agricultura, Dr. Domingos Paz, da qual estamos esperando que se pronuncie.Na oportunidade foi denunciado formalmente ao superintendente e ao diretor técnico da SFA-MA o recebimento por parte de frigoríficos, de animais para abate sem a devida documentação sanitária (GTAS), denuncia esta, que também foi encaminhada via ofício pela Dra. Fernanda Rolim (Fiscal de defesa animal/ chefe da unidade local de imperatriz-ma).E o mesmo será feito ao Ministério Público em relação ao abate irregular que, segundo denúncias, estariam ocorrendo nos matadouros fiscalizados pela Prefeitura Municipal de São Luís-ma.
Na manhã de hoje(05/06/2008) o comando de greve foi até a assembléia legislativa e buscou o apoio de vários deputados estaduais no sentido de intermediarem as negociações com o governo.Os deputados Edwaldo Holanda (Líder do Governo) e Mauro Jorge (Comissão de agricultura), comprometeram-se formar uma comissão de deputados para que ainda hoje ou amanhã,buscassem um entendimento com o governo.
Até o momento, não temos nenhuma posição oficial do governo, devendo todos manterem-se paralizados até que os sindicatos convoquem a assembléia geral! Continuem na Luta! Resistam! Em São Luis todos os setores estão parados, na terça-feira, os ANS e ADO, também deverão entrar em greve...se na sua regional, tem trabalhadores da AGED destes grupos, informe-os para que entrem em contato com os colegas de São Luis...
SÓ UM LEMBRETE: A AGED-MA É O ÚNICO ÓRGÃO DO ESTADO CUJOS FUNCIONÁRIOS TRABALHAM EM REGIME DE DOIS EXPEDIENTES E PLANTÃO, QUE NINFECTOCONTAGIOSAS E SUBSTÂNCIAS TÓXICAS E NÃO RECEBEM ADICIONAL DE INSALUBRIDADE! E QUE EXECUTAM ATIVIDADES DE RISCO E NÃO RECEBEM ADICIONAL POR RISCO DE VIDA!PENSE NISSO E CONTINUE LUTANDO!
UM ABRAÇO A TODOS!
GEORGE CASTRO
O comando de greve reuniu-se na tarde de ontem com o superintendente da SFA-MA. Dr. Fernando Machado, para tratar do apoio do mesmo, no sentido de contactar com as autoridades do governo estadual a fim de encontrar uma solução para o impasse entre os trabalhadores da AGED-MA e o Governo do Estado. O Dr. Fernando colocou-se a nossa disposição e ontem mesmo começou a conversação com o Secretário Estadual de Agricultura, Dr. Domingos Paz, da qual estamos esperando que se pronuncie.Na oportunidade foi denunciado formalmente ao superintendente e ao diretor técnico da SFA-MA o recebimento por parte de frigoríficos, de animais para abate sem a devida documentação sanitária (GTAS), denuncia esta, que também foi encaminhada via ofício pela Dra. Fernanda Rolim (Fiscal de defesa animal/ chefe da unidade local de imperatriz-ma).E o mesmo será feito ao Ministério Público em relação ao abate irregular que, segundo denúncias, estariam ocorrendo nos matadouros fiscalizados pela Prefeitura Municipal de São Luís-ma.
Na manhã de hoje(05/06/2008) o comando de greve foi até a assembléia legislativa e buscou o apoio de vários deputados estaduais no sentido de intermediarem as negociações com o governo.Os deputados Edwaldo Holanda (Líder do Governo) e Mauro Jorge (Comissão de agricultura), comprometeram-se formar uma comissão de deputados para que ainda hoje ou amanhã,buscassem um entendimento com o governo.
Até o momento, não temos nenhuma posição oficial do governo, devendo todos manterem-se paralizados até que os sindicatos convoquem a assembléia geral! Continuem na Luta! Resistam! Em São Luis todos os setores estão parados, na terça-feira, os ANS e ADO, também deverão entrar em greve...se na sua regional, tem trabalhadores da AGED destes grupos, informe-os para que entrem em contato com os colegas de São Luis...
SÓ UM LEMBRETE: A AGED-MA É O ÚNICO ÓRGÃO DO ESTADO CUJOS FUNCIONÁRIOS TRABALHAM EM REGIME DE DOIS EXPEDIENTES E PLANTÃO, QUE NINFECTOCONTAGIOSAS E SUBSTÂNCIAS TÓXICAS E NÃO RECEBEM ADICIONAL DE INSALUBRIDADE! E QUE EXECUTAM ATIVIDADES DE RISCO E NÃO RECEBEM ADICIONAL POR RISCO DE VIDA!PENSE NISSO E CONTINUE LUTANDO!
UM ABRAÇO A TODOS!
GEORGE CASTRO
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agropecuária: fiscais federais devem iniciar greve na próxima semana
fiscais federais devem iniciar greve na próxima semana
05/06 - 15:07 - Agência Safras
Por Janete Lima, de Brasília/DF SAFRAS (05) - Os fiscais federais agropecuários devem entrar em greve na próxima semana. A categoria deverá decidir agora a tarde, quando será iniciada a paralisação.
A decisão da greve foi tomada ontem, depois de serem analisadas as conseqüências impostas à categoria pela MP 431/08.
Na reunião dos fiscais participaram representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária, que apresentaram estudo minucioso da MP 431/08 e das tabelas com as perdas para os servidores. Os números mostrados indicaram prejuízos de até R$ 500 por mês.
Segundo nota divulgada pela associação nacional dos fiscais (Anffa) "diante do não cumprimento do Termo de Compromisso firmado com o governo federal e do texto da referida Medida Provisória, os fiscais federais agropecuários de todo o país decidiram entrar em greve
05/06 - 15:07 - Agência Safras
Por Janete Lima, de Brasília/DF SAFRAS (05) - Os fiscais federais agropecuários devem entrar em greve na próxima semana. A categoria deverá decidir agora a tarde, quando será iniciada a paralisação.
A decisão da greve foi tomada ontem, depois de serem analisadas as conseqüências impostas à categoria pela MP 431/08.
Na reunião dos fiscais participaram representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária, que apresentaram estudo minucioso da MP 431/08 e das tabelas com as perdas para os servidores. Os números mostrados indicaram prejuízos de até R$ 500 por mês.
Segundo nota divulgada pela associação nacional dos fiscais (Anffa) "diante do não cumprimento do Termo de Compromisso firmado com o governo federal e do texto da referida Medida Provisória, os fiscais federais agropecuários de todo o país decidiram entrar em greve
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Minc culpa pecuária e soja por avanço do desmatamento
Brasília - O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, culpou ontem o aumento dos preços da soja e da carne pelo avanço do desmatamento na Amazônia. "Os preços dispararam. Historicamente está comprovado que o gado é responsável por 70%, 80% do desmatamento. E depois dele sempre vem a soja." Minc anunciou que a partir deste mês o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Federal vão apreender gado criado em terras que desmataram ilegalmente. "Vamos pegar os bois piratas", anunciou. Na última semana de maio teve início a apreensão de grãos plantados em áreas desmatadas ilegalmente.
Minc é pessimista quanto à possibilidade de redução na área de desmatamento em relação ao ano passado. "O pior está por vir. Os meses de junho, julho e agosto são brabos. Temos de rezar, orar, porque queremos que o desmate caia. Mas dificilmente teremos número inferior aos 11 mil km2 do ano passado, quando chegamos à menor média nos últimos 15 anos", disse ele. "Os números não são favoráveis. De agosto de 2006 a julho de 2007, 12 meses, foram desmatados 4.974 km2; e de agosto de 2007 a abril de 2008, nove meses, já foram constatados 5.850 km2", afirmou o ministro.
Minc disse ainda que os animais e grãos apreendidos serão entregues à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). "Vão ajudar ao programa Fome Zero." Quanto à possibilidade de tal ação pressionar os preços e aumentar a inflação, o ministro disse que não se preocupa com isso. "O Brasil tem o maior rebanho bovino do mundo (200 milhões de cabeças). Não serão mil bois aqui, 3 mil bois ali que vão alterar alguma coisa. Mas o produtor vai sentir a perda e não vai querer criar gado em área desmatada ilegalmente."
Por fim, Minc procurou minimizar seus desentendimentos públicos com o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR). Depois de criticá-lo, de dizer que Mato Grosso foi o Estado que mais desmatou e que, se pudesse, Blairo plantaria soja até nos Andes, Minc mudou o tom. Disse que ligou ontem para o governador, propôs parcerias para combater o desmatamento e marcou um encontro com ele, nesta semana. "A Secretaria do Meio Ambiente de Mato Grosso é a mais bem equipada da Amazônia." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo (AE)
Minc é pessimista quanto à possibilidade de redução na área de desmatamento em relação ao ano passado. "O pior está por vir. Os meses de junho, julho e agosto são brabos. Temos de rezar, orar, porque queremos que o desmate caia. Mas dificilmente teremos número inferior aos 11 mil km2 do ano passado, quando chegamos à menor média nos últimos 15 anos", disse ele. "Os números não são favoráveis. De agosto de 2006 a julho de 2007, 12 meses, foram desmatados 4.974 km2; e de agosto de 2007 a abril de 2008, nove meses, já foram constatados 5.850 km2", afirmou o ministro.
Minc disse ainda que os animais e grãos apreendidos serão entregues à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). "Vão ajudar ao programa Fome Zero." Quanto à possibilidade de tal ação pressionar os preços e aumentar a inflação, o ministro disse que não se preocupa com isso. "O Brasil tem o maior rebanho bovino do mundo (200 milhões de cabeças). Não serão mil bois aqui, 3 mil bois ali que vão alterar alguma coisa. Mas o produtor vai sentir a perda e não vai querer criar gado em área desmatada ilegalmente."
Por fim, Minc procurou minimizar seus desentendimentos públicos com o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR). Depois de criticá-lo, de dizer que Mato Grosso foi o Estado que mais desmatou e que, se pudesse, Blairo plantaria soja até nos Andes, Minc mudou o tom. Disse que ligou ontem para o governador, propôs parcerias para combater o desmatamento e marcou um encontro com ele, nesta semana. "A Secretaria do Meio Ambiente de Mato Grosso é a mais bem equipada da Amazônia." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo (AE)
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O Agronegócio é responsável pelo desmatamento da Amazônia, diz MINC
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou nesta segunda-feira, dia 2, medidas para conter o avanço do desmatamento da Amazônia e culpou o agronegócio pelo aumento da devastação da floresta. Ele classificou a situação como "preocupante" e não teve dúvidas em apontar os culpados.
- O preço da carne e da soja dispararam nos últimos meses. E, historicamente, há uma forte relação entre os preços da carne e da soja com o desmatamento no Brasil - comentou.
Minc afirmou ainda que o governo vai reforçar a ação contra o desmatamento. Uma das novas medidas será chamada como "Boi Pirata". O ministro acrescentou que os animais serão encaminhados a frigoríficos do Fome Zero.
- Vamos começar a apreender boi em área ilegal. Então, se chegarmos numa área que não está com a regularização fundiária, com a regularização ambiental, e tem gado? Ele será apreendido.
Ele disse também que outra medida que valerá a partir do dia 15 de junho é a obrigatoriedade dos produtos agrícolas terem a informação dos fornecedores. A partir de então, as siderúrgicas, os frigoríficos, as madeireiras e as agropecuárias, terão que informar todos os seus fornecedores, de acordo com a lei ambiental 10.650 de 2003.
Conforme Minc, o Ministério da Justiça já liberou 500 homens da Guarda Nacional para sustentar as ações de combate ao desmatamento.
Por: Luciane Kohlmann
Fonte: Canal Rural
- O preço da carne e da soja dispararam nos últimos meses. E, historicamente, há uma forte relação entre os preços da carne e da soja com o desmatamento no Brasil - comentou.
Minc afirmou ainda que o governo vai reforçar a ação contra o desmatamento. Uma das novas medidas será chamada como "Boi Pirata". O ministro acrescentou que os animais serão encaminhados a frigoríficos do Fome Zero.
- Vamos começar a apreender boi em área ilegal. Então, se chegarmos numa área que não está com a regularização fundiária, com a regularização ambiental, e tem gado? Ele será apreendido.
Ele disse também que outra medida que valerá a partir do dia 15 de junho é a obrigatoriedade dos produtos agrícolas terem a informação dos fornecedores. A partir de então, as siderúrgicas, os frigoríficos, as madeireiras e as agropecuárias, terão que informar todos os seus fornecedores, de acordo com a lei ambiental 10.650 de 2003.
Conforme Minc, o Ministério da Justiça já liberou 500 homens da Guarda Nacional para sustentar as ações de combate ao desmatamento.
Por: Luciane Kohlmann
Fonte: Canal Rural
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O Brasil e a polêmica dos biocombustíveis
Nos anos de 1960 e 1970, a teoria malthusiana estava muito em voga em função do crescimento acelerado da população mundial e da ameaça da expansão do problema da fome. O que se seguiu a partir daqueles anos foi a desaceleração do crescimento populacional na maioria dos países e o desenvolvimento da tecnologia da genética dos grãos e produtos agrícolas em geral, que promoveram rapidamente a produção agrícola mundial.
A atual discussão sobre o avanço da produção de biocombustíveis ressuscitou o velho Malthus, apregoando que o uso do solo para esses fins poderá provocar aumento da miséria e da fome, já que isso impacta fortemente nos preços dos alimentos.
Outro ponto levantado é o de que, principalmente nos países emergentes, o avanço da agricultura direcionada para a produção de biocombustíveis provoca a derrubada de florestas para a expansão da área agriculturável, colocando em maior risco o equilíbrio do meio ambiente.
Vejo nessa argumentação dos países do Primeiro Mundo sérias implicações políticas e econômicas, por lhes faltar competitividade com custos elevados de produção agrícola quando comparados ao Brasil.
Se tomarmos o exemplo americano, que utiliza o milho, ou ainda o europeu, que produz diversos grãos fortemente subsidiados para a produção de etanol, podemos concordar que o uso do solo para esses fins compete diretamente com a produção de alimentos, provocando escassez e, conseqüentemente, aumento de preços para o consumidor.
No caso brasileiro, o avanço da produção de cana-de-açúcar tem sido feito sobre áreas de pastagens degradadas ou improdutivas. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produtividade da geração de proteína animal tem crescido substancialmente com a utilização de áreas menores para o desenvolvimento de gado.
Dados da Dataagro, consultoria especializada em cana-de-açúcar e álcool, mostram que a utilização de pasto nos últimos dez anos era de 0,4/0,5 cabeça por hectare e hoje chega a 0,8 cabeça por hectare.
O Brasil é ainda um dos países com maior espaço disponível agriculturável para a produção de alimentos. Ocupamos cerca de 10% do território nacional com a agricultura e outros 20%, aproximadamente, com pastagens.
A produção de cana-de-açúcar tem-se expandido principalmente nas áreas de pastagens, devendo neste ano crescer, de acordo com a Conab, de 7 milhões para 7,8 milhões de hectares, o que significa um aumento de 11%. No total, a área não ocupará mais de 1,1% das terras brasileiras.
O argumento convincente é o de que, apesar do crescimento da cultura de cana-de-açúcar, o Brasil baterá neste ano todos os recordes de produção agrícola, atingindo 142 milhões de toneladas de grãos, ou seja, 7,2% de crescimento sobre o ano anterior, além de também apresentar alta na produção de carne na comparação com 2007.
O problema atual na oferta e no aumento de preços de alimentos é resultado do crescimento do poder aquisitivo de países asiáticos em geral, como Índia e China, e de nações emergentes, que conseqüentemente causam desequilíbrio na oferta.
A alta de preços agrícolas é também conseqüência do aumento dos preços do petróleo, que tem provocado grande incremento nos custos dos insumos agrícolas.
A idéia não é simplificar o problema atual da fome nos países pobres sob a perspectiva da crise. A fome tem sido uma constante através dos tempos, principalmente pela exploração da pobreza e pela corrupção política naquelas nações, os maiores vetores da miséria e o que tornam a solução deste problema muito mais complexa.
Por hora, o ponto polêmico sobre a produção do etanol é o de que estamos assustando o mundo com a nossa capacidade de produzir alimentos e a nossa capacidade tecnológica de transformação de combustíveis renováveis. Temos clima e solo extremamente favoráveis à produção agrícola e que nos converterá no celeiro do mundo em pouco tempo.
Temos também uma economia equilibrada, que deve crescer com sustentabilidade, e uma grande chance de ajudar a alimentar o mundo. Cabe a nós aproveitar esta oportunidade, adotando políticas e ações na direção correta.
fonte:Gazeta Mercantil
A atual discussão sobre o avanço da produção de biocombustíveis ressuscitou o velho Malthus, apregoando que o uso do solo para esses fins poderá provocar aumento da miséria e da fome, já que isso impacta fortemente nos preços dos alimentos.
Outro ponto levantado é o de que, principalmente nos países emergentes, o avanço da agricultura direcionada para a produção de biocombustíveis provoca a derrubada de florestas para a expansão da área agriculturável, colocando em maior risco o equilíbrio do meio ambiente.
Vejo nessa argumentação dos países do Primeiro Mundo sérias implicações políticas e econômicas, por lhes faltar competitividade com custos elevados de produção agrícola quando comparados ao Brasil.
Se tomarmos o exemplo americano, que utiliza o milho, ou ainda o europeu, que produz diversos grãos fortemente subsidiados para a produção de etanol, podemos concordar que o uso do solo para esses fins compete diretamente com a produção de alimentos, provocando escassez e, conseqüentemente, aumento de preços para o consumidor.
No caso brasileiro, o avanço da produção de cana-de-açúcar tem sido feito sobre áreas de pastagens degradadas ou improdutivas. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produtividade da geração de proteína animal tem crescido substancialmente com a utilização de áreas menores para o desenvolvimento de gado.
Dados da Dataagro, consultoria especializada em cana-de-açúcar e álcool, mostram que a utilização de pasto nos últimos dez anos era de 0,4/0,5 cabeça por hectare e hoje chega a 0,8 cabeça por hectare.
O Brasil é ainda um dos países com maior espaço disponível agriculturável para a produção de alimentos. Ocupamos cerca de 10% do território nacional com a agricultura e outros 20%, aproximadamente, com pastagens.
A produção de cana-de-açúcar tem-se expandido principalmente nas áreas de pastagens, devendo neste ano crescer, de acordo com a Conab, de 7 milhões para 7,8 milhões de hectares, o que significa um aumento de 11%. No total, a área não ocupará mais de 1,1% das terras brasileiras.
O argumento convincente é o de que, apesar do crescimento da cultura de cana-de-açúcar, o Brasil baterá neste ano todos os recordes de produção agrícola, atingindo 142 milhões de toneladas de grãos, ou seja, 7,2% de crescimento sobre o ano anterior, além de também apresentar alta na produção de carne na comparação com 2007.
O problema atual na oferta e no aumento de preços de alimentos é resultado do crescimento do poder aquisitivo de países asiáticos em geral, como Índia e China, e de nações emergentes, que conseqüentemente causam desequilíbrio na oferta.
A alta de preços agrícolas é também conseqüência do aumento dos preços do petróleo, que tem provocado grande incremento nos custos dos insumos agrícolas.
A idéia não é simplificar o problema atual da fome nos países pobres sob a perspectiva da crise. A fome tem sido uma constante através dos tempos, principalmente pela exploração da pobreza e pela corrupção política naquelas nações, os maiores vetores da miséria e o que tornam a solução deste problema muito mais complexa.
Por hora, o ponto polêmico sobre a produção do etanol é o de que estamos assustando o mundo com a nossa capacidade de produzir alimentos e a nossa capacidade tecnológica de transformação de combustíveis renováveis. Temos clima e solo extremamente favoráveis à produção agrícola e que nos converterá no celeiro do mundo em pouco tempo.
Temos também uma economia equilibrada, que deve crescer com sustentabilidade, e uma grande chance de ajudar a alimentar o mundo. Cabe a nós aproveitar esta oportunidade, adotando políticas e ações na direção correta.
fonte:Gazeta Mercantil
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DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE E DA ECOLOGIA
ÁGUA: SE NÃO RACIONALIZAR, VAI FALTAR
Neste 5 de junho, dia do Meio Ambiente, é importante lembrarmos alguns dados que refletem a difícil situação mundial em relação ao uso dos 2,5% de água doce disponíveis no planeta. Segundo relatório da Unesco, órgão da ONU para a educação e responsável pelo Programa Mundial de Avaliação Hídrica, mais de um sexto da população mundial, ou o equivalente a 1,1 bilhão de pessoas, não tem acesso ao fornecimento de água doce.
Dos exíguos 2,5% de água doce existentes no mundo, porém, apenas 0,4% estão disponíveis em rios, lagos e aqüíferos subterrâneos – a Terra possui cerca de 1,39 bilhões de km 3 de água, distribuídos em mares, lagos, rios aqüíferos, gelo, neve e vapor. A situação tende a piorar, com o desmatamento, a poluição ambiental e as alterações climáticas dela decorrente: estima-se que será reduzido em um terço o total de água doce disponível no mundo. Enquanto isso, ações que poderiam reduzir o desperdício desse líquido cada vez mais raro e, portanto, precioso, demoram a ser tomadas pelas diferentes esferas governamentais.
Sabe-se que o maior consumo de água doce é na agricultura, responsável por 69% do uso, e que as grandes metrópoles têm edificações com sistemas hidrossanitários (bacias e válvulas sanitárias, torneiras, chuveiros, entre outros) gastadores.
Ações globais e estruturais, como a irrigação por gotejamento, em vez da usual por aspersão, e o incentivo à implantação de programas de uso racional da água economizariam milhões de metros cúbicos, evitando assim a necessidade de novos reservatórios de água, caros e que prejudicam o meio ambiente, ao derrubar matas ciliares com o alagamento.
As medidas de incentivo à troca de equipamentos gastadores por outros, economizadores – como bacias e válvulas que consomem 6 litros por acionamento, em vez dos 12 ou até mais de 20 litros por acionamento consumidos pelos equipamentos defasados, a instalação de arejadores e restritores de vazão em torneiras e chuveiros, entre outros, são instrumentos bem-sucedidos de diminuição do consumo.
Os equipamentos economizadores estão disponíveis – e obrigatórios, por norma da ABNT - em nosso país desde 2003. Programas racionalizadores já foram adotados em Nova York e Austin, nos EUA, e Cidade do México. Nova York instalou, entre 1994 e 1996, mais de um milhão de bacias sanitárias economizadoras, com incentivo aos moradores e empresários para as trocas, e passou a poupar 216 milhões de litros de água por dia.
Enquanto isso, no Brasil temos campanhas esporádicas para diminuir o consumo de água, rapidamente abandonadas assim que acaba a eventual seca e os reservatórios estão cheios. Isto foi o que aconteceu em São Paulo , em 2004, quando os cidadão foram premiados com desconto de 20% em suas contas de água se atingissem as metas de redução. Alguns prédios públicos também trocaram suas instalações hidrossanitárias gastadoras por outras, economizadoras. Há, porém, a necessidade de implementarmos programas duradouros e permanentes de incentivo à redução do consumo de água.
A concessionária Sabesp, que atende a maior parte dos municípios paulistas, por exemplo, desenvolve atualmente um projeto que custará cerca de R$ 100 milhões para trocar dutos antigos, cuja deterioração provoca vazamentos e perdas de água estimados em 34% do total produzido. Embora louvável, a preocupação da concessionária paulista em diminuir suas perdas e, portanto, aumentar o lucro de seus acionistas, deveria se traduzir também em ações que beneficiassem o consumidor final e o contribuinte diretamente, como os programas de uso racional da água e o incentivo à troca de equipamentos obsoletos por outros, economizadores.
O governo federal, por sua vez, poderia desenvolver programas de educação e incentivo aos agricultores que adotassem o método de gotejamento na irrigação, poupando outros essenciais milhões de metros cúbicos de água. Assim, projetos como o da transposição das águas do rio São Francisco, com investimento estimado em cerca de R$ 4,5 bilhões pelo governo federal, poderiam ser melhor aproveitados. A implementação desses programas, de racionalização do uso da água e da irrigação por gotejamento, resultaria em benefícios econômicos, sociais e ambientais para a sociedade como um todo.
Autor: Carlos Lemos da Costa
Neste 5 de junho, dia do Meio Ambiente, é importante lembrarmos alguns dados que refletem a difícil situação mundial em relação ao uso dos 2,5% de água doce disponíveis no planeta. Segundo relatório da Unesco, órgão da ONU para a educação e responsável pelo Programa Mundial de Avaliação Hídrica, mais de um sexto da população mundial, ou o equivalente a 1,1 bilhão de pessoas, não tem acesso ao fornecimento de água doce.
Dos exíguos 2,5% de água doce existentes no mundo, porém, apenas 0,4% estão disponíveis em rios, lagos e aqüíferos subterrâneos – a Terra possui cerca de 1,39 bilhões de km 3 de água, distribuídos em mares, lagos, rios aqüíferos, gelo, neve e vapor. A situação tende a piorar, com o desmatamento, a poluição ambiental e as alterações climáticas dela decorrente: estima-se que será reduzido em um terço o total de água doce disponível no mundo. Enquanto isso, ações que poderiam reduzir o desperdício desse líquido cada vez mais raro e, portanto, precioso, demoram a ser tomadas pelas diferentes esferas governamentais.
Sabe-se que o maior consumo de água doce é na agricultura, responsável por 69% do uso, e que as grandes metrópoles têm edificações com sistemas hidrossanitários (bacias e válvulas sanitárias, torneiras, chuveiros, entre outros) gastadores.
Ações globais e estruturais, como a irrigação por gotejamento, em vez da usual por aspersão, e o incentivo à implantação de programas de uso racional da água economizariam milhões de metros cúbicos, evitando assim a necessidade de novos reservatórios de água, caros e que prejudicam o meio ambiente, ao derrubar matas ciliares com o alagamento.
As medidas de incentivo à troca de equipamentos gastadores por outros, economizadores – como bacias e válvulas que consomem 6 litros por acionamento, em vez dos 12 ou até mais de 20 litros por acionamento consumidos pelos equipamentos defasados, a instalação de arejadores e restritores de vazão em torneiras e chuveiros, entre outros, são instrumentos bem-sucedidos de diminuição do consumo.
Os equipamentos economizadores estão disponíveis – e obrigatórios, por norma da ABNT - em nosso país desde 2003. Programas racionalizadores já foram adotados em Nova York e Austin, nos EUA, e Cidade do México. Nova York instalou, entre 1994 e 1996, mais de um milhão de bacias sanitárias economizadoras, com incentivo aos moradores e empresários para as trocas, e passou a poupar 216 milhões de litros de água por dia.
Enquanto isso, no Brasil temos campanhas esporádicas para diminuir o consumo de água, rapidamente abandonadas assim que acaba a eventual seca e os reservatórios estão cheios. Isto foi o que aconteceu em São Paulo , em 2004, quando os cidadão foram premiados com desconto de 20% em suas contas de água se atingissem as metas de redução. Alguns prédios públicos também trocaram suas instalações hidrossanitárias gastadoras por outras, economizadoras. Há, porém, a necessidade de implementarmos programas duradouros e permanentes de incentivo à redução do consumo de água.
A concessionária Sabesp, que atende a maior parte dos municípios paulistas, por exemplo, desenvolve atualmente um projeto que custará cerca de R$ 100 milhões para trocar dutos antigos, cuja deterioração provoca vazamentos e perdas de água estimados em 34% do total produzido. Embora louvável, a preocupação da concessionária paulista em diminuir suas perdas e, portanto, aumentar o lucro de seus acionistas, deveria se traduzir também em ações que beneficiassem o consumidor final e o contribuinte diretamente, como os programas de uso racional da água e o incentivo à troca de equipamentos obsoletos por outros, economizadores.
O governo federal, por sua vez, poderia desenvolver programas de educação e incentivo aos agricultores que adotassem o método de gotejamento na irrigação, poupando outros essenciais milhões de metros cúbicos de água. Assim, projetos como o da transposição das águas do rio São Francisco, com investimento estimado em cerca de R$ 4,5 bilhões pelo governo federal, poderiam ser melhor aproveitados. A implementação desses programas, de racionalização do uso da água e da irrigação por gotejamento, resultaria em benefícios econômicos, sociais e ambientais para a sociedade como um todo.
Autor: Carlos Lemos da Costa
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MEIO AMBIENTE-PROTEÇÃO
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Caixa Econômica Federal vai contratar 3,1 mil funcionários
03/06/2008 09:37
Mariana Flores - Do Correio Braziliense
A Caixa Econômica Federal vai convocar, até o final do ano, 3,1 mil concursados para substituir os trabalhadores terceirizados de sua folha de pagamentos. Do total, 1,6 mil funcionários foram aprovados no último concurso nacional realizado pelo banco, em 2004, e serão contratados até 11 de julho. As outras 1,5 mil vagas serão divididas com os candidatos que tiverem os melhores desempenhos na próxima seleção -- a prova será realizada em 29 de junho e o resultado deve ser divulgado em 23 de julho. A substituição de terceirizados por concursados teve início em maio deste ano, com a contratação de 1.903 pessoas e o processo já foi concluído nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Acre.
Os profissionais vão ocupar as vagas de 9.229 terceirizados que serão dispensados por estarem exercendo funções exclusivas de concursados, como, por exemplo, a atuação em agências bancárias ou em áreas ligadas à tecnologia da informação. A mudança foi negociada durante quatro anos com o Ministério Público do Trabalho, que vem passando um pente fino no quadro de pessoal não só da Caixa como de outras instituições governamentais com o intuito de eliminar as terceirizações ilegais. Ontem o órgão assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Caixa estabelecendo prazos para as substituições. Até o fim deste ano, 4.446 serão dispensados e no primeiro semestre de 2009 o banco terá que desligar de sua folha de salários os últimos 4.783 terceirizados irregulares. Ao todo, eles somam mais de 12% do total de funcionários do banco, 75 mil. A Caixa terá que pagar multa de R$ 2,5 mil por cada terceirizado que for mantido em sua folha após a data estabelecida.
Segundo o procurador do Trabalho, Cristiano Paixão, a contratação de menos profissionais para fazer a substituição se deve à maior automação dos serviços bancários. "Cada vez mais, menos trabalhadores são necessários em função da automoção, mas, os que estiverem trabalhando têm que ser concursados". A delimitação de 5.003 vagas de técnico bancário, no entanto, não elimina a possibilidade de a instituição convocar outros concursados, de acordo com o documento assinado ontem.
Com a intenção de dar uma assistência aos trabalhadores que serão demitidos, o TAC prevê ainda que a Caixa ofereça cursos e disponibilize 500 computadores para que possam se aperfeiçoar. Além disso, eles terão acesso gratuito a material didático para estudar para os próximos concursos da Caixa, segundo Carlos Alberto Gandola, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Processamento de Dados, Serviços em Informática e Similares (Fenadados).
Mariana Flores - Do Correio Braziliense
A Caixa Econômica Federal vai convocar, até o final do ano, 3,1 mil concursados para substituir os trabalhadores terceirizados de sua folha de pagamentos. Do total, 1,6 mil funcionários foram aprovados no último concurso nacional realizado pelo banco, em 2004, e serão contratados até 11 de julho. As outras 1,5 mil vagas serão divididas com os candidatos que tiverem os melhores desempenhos na próxima seleção -- a prova será realizada em 29 de junho e o resultado deve ser divulgado em 23 de julho. A substituição de terceirizados por concursados teve início em maio deste ano, com a contratação de 1.903 pessoas e o processo já foi concluído nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Acre.
Os profissionais vão ocupar as vagas de 9.229 terceirizados que serão dispensados por estarem exercendo funções exclusivas de concursados, como, por exemplo, a atuação em agências bancárias ou em áreas ligadas à tecnologia da informação. A mudança foi negociada durante quatro anos com o Ministério Público do Trabalho, que vem passando um pente fino no quadro de pessoal não só da Caixa como de outras instituições governamentais com o intuito de eliminar as terceirizações ilegais. Ontem o órgão assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Caixa estabelecendo prazos para as substituições. Até o fim deste ano, 4.446 serão dispensados e no primeiro semestre de 2009 o banco terá que desligar de sua folha de salários os últimos 4.783 terceirizados irregulares. Ao todo, eles somam mais de 12% do total de funcionários do banco, 75 mil. A Caixa terá que pagar multa de R$ 2,5 mil por cada terceirizado que for mantido em sua folha após a data estabelecida.
Segundo o procurador do Trabalho, Cristiano Paixão, a contratação de menos profissionais para fazer a substituição se deve à maior automação dos serviços bancários. "Cada vez mais, menos trabalhadores são necessários em função da automoção, mas, os que estiverem trabalhando têm que ser concursados". A delimitação de 5.003 vagas de técnico bancário, no entanto, não elimina a possibilidade de a instituição convocar outros concursados, de acordo com o documento assinado ontem.
Com a intenção de dar uma assistência aos trabalhadores que serão demitidos, o TAC prevê ainda que a Caixa ofereça cursos e disponibilize 500 computadores para que possam se aperfeiçoar. Além disso, eles terão acesso gratuito a material didático para estudar para os próximos concursos da Caixa, segundo Carlos Alberto Gandola, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Processamento de Dados, Serviços em Informática e Similares (Fenadados).
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Variante da gripe aviária

Variante da gripe aviária em fazenda inglesa é altamente patogênica
LONDRES (AFP) — Uma variante da gripe aviária, a cepa H7, descoberta nas aves de uma granja no centro da Inglaterra, é altamente patogênica, declararam funcionários da saúde britânicos.
O veterinário-chefe do Governo, Nigel Gibbens, confirmou que a cepa H7 detectada nas aves de uma granja de Banbury, Oxfordshire, é altamente infecciosa, segundo comunicado do Ministério do Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais.
Todas as aves infectadas foram sacrificadas como medida de precaução.
A variante da gripe aviária, dificilmente transmissível aos humanos, é muito contagiosa entre as aves, afirmou a fonte.
Polícia inglesa isola granja britânica afetada pela gripe das aves
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Brucelose - Vacinação será obrigatória no Ceará

Bovinos e bubalinos terão de ser vacinados contra a brucelose. Em 2008, já são 77 casos verificados em animais
Fortaleza. A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri) deve publicar até o fim deste mês portaria oficial tornando obrigatória a vacinação do rebanho bovino e bubalino do Estado contra a brucelose. Para imunizar bois e búfalos da doença que ataca as duas espécies e também os seres humanos, os criadores desses animais terão de vacinar todas as fêmeas entre três e oito meses de idade.
Entre outros problemas, a brucelose pode causar infertilidade e diminuição da produção de leite e de carne entre os animais, levando à necessidade de sacrificá-los. No homem, a doença pode provocar infertilidade e, nos casos mais graves, problemas no coração, nos rins e no fígado. De acordo com dados da Adagri, já foram registrados 77 casos de brucelose animal no Ceará em 2008 até o último mês de abril.
Extensão
Segundo o chefe do Programa de Brucelose e Tuberculose da Adagri, Cícero Emerson Moreira, a extensão da doença no Estado é bem maior, pois a maioria dos produtores não comunica a ocorrência da doença ao órgão de defesa agropecuária. A exigência da vacina é uma ação que busca mudar essa realidade. A imunização permitirá que as fazendas estaduais pleiteiem o certificado de propriedade livre de brucelose junto à Adagri e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Atualmente, apenas 41 propriedades rurais em todo o Brasil são certificadas contra a brucelose. Dessas, apenas três estão situadas no Nordeste, sendo duas no Estado do Bahia e uma no Ceará, no município de Horizonte. Conforme Moreira, outros seis grandes produtores cearenses já pediram a certificação e, caso comprovem a erradicação da doença, devem ser contemplados até o próximo mês de junho.
As seis fazendas do Grupo Edson Queiroz (GEQ) também entrarão com pedido de certificação de imunidade à doença. Duas propriedades orgânicas da empresa serão as primeiras. Conforme o gerente das Fazendas do GEQ, Henrique Jorge Braga, anualmente, todas as fêmeas entre três e oito meses do rebanho do grupo, composto por 35 mil cabeças de gado, são vacinadas contra a brucelose.
Braga considera que a obrigatoriedade da vacina é uma medida tão importante quanto a proteção contra a febre aftosa, já exigida há vários anos. “Comercialmente, o selo é um agregador de valor. Quanto mais animais bem tratados você tem, melhor”, considera ele, citando, como problema, o fato de vários criadores deixarem de vacinar o rebanho devido à falta de condições financeiras.
De acordo com Emerson Moreira, a certificação de propriedade livre de brucelose vale por um ano. O processo de obtenção do selo dura 270 dias e consiste em três análises do sangue dos animais. Nas duas primeiras, o diagnóstico é feito pelo veterinário da fazenda, que deve ser registrado junto à Adagri. A primeira é feita entre 30 e 90 dias após o pedido. A segunda, em até 180 dias. Nessas fases, os animais diagnosticados com a doença devem ser isolados do restante do rebanho. Na última fase, os exames são feitos por técnicos do Mapa e da Adagri. Se nenhum animal estiver doente, a propriedade recebe o selo. Caso haja ocorrência da moléstia, o processo deve ser reiniciado desde a primeira etapa.
Dificuldades
Um das dificuldades para o controle da doença, na opinião do gerente de controle da brucelose da Adagri, é o desconhecimento dos produtores acerca dos perigos da doença. Outro problema, para ele, é a inexistência dos Serviços de Inspeção Municipal (SIM) nos municípios do interior. Moreira explica que, em todo o Estado, só há seis abatedouros regularizados junto à Adagri, situados no município de Maracanaú. Quando há casos de brucelose animal na região metropolitana, os animais são trazidos para esses locais, a fim de se verificar a possibilidade de alguma parte da carne ser aproveitada.
Em alguns municípios mais distantes, porém, a carne dos animais é consumida mesmo doente, um problema de saúde pública, visto que o correto seria sacrificá-los. Moreira considera que às vezes os criadores não tomam ciência de que o animal está doente, pois o diagnóstico da doença é difícil: “O ideal seria que cada cidade tivesse um abatedouro com um veterinário capacitado para fiscalizar as propriedades”.
Poucas farmácias
O problema da falta de abatedouros pode ser atenuado com a construção e a reativação de oito deles em vários municípios, entre Caucaia, Paraipaba, Juazeiro do Norte e Iguatu. Mesmo assim, os criadores terão de superar outro problema: atualmente, segundo Emerson Moreira, há apenas duas farmácias veterinárias que vendem a vacina contra a brucelose, ambas situadas em Fortaleza. Porém, ele acredita que, conforme houver aumento da demanda, as casas veterinárias do Interior vão adquirir as doses, que só podem ser aplicadas por veterinários cadastrados.
FIQUE POR DENTRO
Animal pode passar doença para o homem
A brucelose é uma zoonose causada pela bactéria ´Brucella abortus´. Para combatê-la, é preciso imunizar todas as fêmeas de bovinos e bubalinos entre 3 e 8 meses com a vacina B19, que só pode ser vendida com prescrição veterinária. Os machos não precisam ser vacinados, mas podem ser contaminados. Nos animais, a doença causa abortos, infertilidade e diminuição da produção. No homem, causa febre, suores, calafrios, dores de cabeça, perda de apetite e, nos casos mais graves, problemas nos rins, coração e fígado. Apesar de não ser fatal, pode durar meses e até anos. A transmissão para o homem se dá por ingestão de carne, leite ou queijo contaminados. Pode ser contraída também por contato com o animal.
ÍCARO JOATHAN
Especial para o Regional
Mais informações:
Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri)
(85) 3101.2500
Fonte: DIÁRIO DO NORDESTE
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Detran e Emater estão em greve no Rio Grande do Norte
Os servidores do Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) e Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (Emater) entraram em greve na manhã de ontem. Segundo Maria Sineide, vice-presidente do Sindicato de Administração Indireta, que inclui os dois órgãos, a greve teve início devido a falta de resposta do governo do estado. ‘‘Ficaremos em greve por tempo indeterminado. O governo tem que dar alguma resposta. Desde que iniciamos as reivindicações, dia 17 de março, não tivemos nenhum retorno’’, reclama.
Os servidores do Detran reinvidicam uma reestruturação no Plano de Carreira, Cargos e Salários. Já a Emater reclama a implementação do plano. ‘‘Não temos nem o plano’’, explica Maria Sineide. O sindicato exige ainda o reajuste de 60% no salário, devido a perdas desde 2001, com mecanismo de proteção aos salários. Além destas reivindicações, o Detran exige concurso público para preenchimento de vagas no órgão.
Para Maria Sineide, quem perde com isso é a população. ‘‘A sociedade vai perder muito com tudo isso, pois na Emater e no Detran não há serviços essenciais, que necessitem continuar ativo na greve. Na Emater, por exemplo, o atendimento ao produtor não vai acontecer neste período’’, explica.
Segundo o presidente do sindicato, Santino Arruda Silva a adesão da greve está muito boa. ‘‘Estamos vendo muita gente aderindo à greve. Ficaremos assim até que o governo faça uma proposta que todos os servidores aceitem’’, afirma.
Para Santino Arruda os serviços ficarão sendo feitos precariamente, já que a maioria dos funcionários do Detran são terceirizados, e não podem assinar documentos. ‘‘Em Natal e no interior, os serviços funcionarão com dificuldades, no Detran e nos setores do órgão nas Centrais de Atendimento. O registro de carro, emissão de carteira e vistoria, estarão suspensos por tempo indeterminado’’, alerta.
Fonte:DIÁRIO DE NATAL
Os servidores do Detran reinvidicam uma reestruturação no Plano de Carreira, Cargos e Salários. Já a Emater reclama a implementação do plano. ‘‘Não temos nem o plano’’, explica Maria Sineide. O sindicato exige ainda o reajuste de 60% no salário, devido a perdas desde 2001, com mecanismo de proteção aos salários. Além destas reivindicações, o Detran exige concurso público para preenchimento de vagas no órgão.
Para Maria Sineide, quem perde com isso é a população. ‘‘A sociedade vai perder muito com tudo isso, pois na Emater e no Detran não há serviços essenciais, que necessitem continuar ativo na greve. Na Emater, por exemplo, o atendimento ao produtor não vai acontecer neste período’’, explica.
Segundo o presidente do sindicato, Santino Arruda Silva a adesão da greve está muito boa. ‘‘Estamos vendo muita gente aderindo à greve. Ficaremos assim até que o governo faça uma proposta que todos os servidores aceitem’’, afirma.
Para Santino Arruda os serviços ficarão sendo feitos precariamente, já que a maioria dos funcionários do Detran são terceirizados, e não podem assinar documentos. ‘‘Em Natal e no interior, os serviços funcionarão com dificuldades, no Detran e nos setores do órgão nas Centrais de Atendimento. O registro de carro, emissão de carteira e vistoria, estarão suspensos por tempo indeterminado’’, alerta.
Fonte:DIÁRIO DE NATAL
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NOTICIAS
Greve da Aged preocupa criadores de gado do MA

IMPERATRIZ - A vacinação contra a febre afotsa no Maranhão, que foi adiada por causa do intenso período de chuvas, beneficou dezenas de produtores na região sudoeste do Estado.
Com a prorrogação da campanha de vacinação contra a febre aftosa, agora a única preocupação dos criadores do Maranhão é com a greve dos servidores da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged), que pode comprometer a imunização.
TV Mirante
Greve AGED-MA: DENÚNCIA GRAVE !
O Comando de Greve em São luis-MA foi informado que devido a GREVE DA AGED-MA, grandes frigoríficos da Região tocantina e em São Luis, estariam recebendo animais para abate sem a obrigatória documentação sanitária (GTAS). Colocando a saúde de quase toda a população do Maranhão em risco.Isto é um crime gravíssimo e deve ser denunciado!
Os sindicatos: SINFA,SINTAEMA,SENGE e SINTSEP, de posse das denúncias já estão tomando as medidas cabíveis e denunciará nas próximas horas formalmente ao MAPA e ao CRMV-MA.Porém, Solicitamos e conclamamos a todos os colegas que denunciem imediatamente à imprensa a ocorrência destes crimes contra a população na sua região
GEORGE CASTRO
Os sindicatos: SINFA,SINTAEMA,SENGE e SINTSEP, de posse das denúncias já estão tomando as medidas cabíveis e denunciará nas próximas horas formalmente ao MAPA e ao CRMV-MA.Porém, Solicitamos e conclamamos a todos os colegas que denunciem imediatamente à imprensa a ocorrência destes crimes contra a população na sua região
GEORGE CASTRO
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NOTICIAS
PETROBRAS - Petróleo Brasileiro S.A.-Reabertura de Inscrições
REABERTURA DAS INSCRIÇÕES APENAS PARA OS CARGOS ABAIXO:
Petróleo Brasileiro S.A - PETROBRAS, por força da decisão judicial proferida pelo Juízo da 05ª Vara Federal do Rio de Janeiro nos autos do processo nº 008.51.01.007449-9 (Ação Civil Pública), torna pública a abertura das inscrições, exclusivamente ara graduados de nível superior em Biologia, com especialização, mestrado ou doutorado em meio ambiente para concorrer ao cargo de Engenheiro de Meio Ambiente Júnior e com especialização, mestrado ou doutorado em Oceanografia ou Oceanologia, para concorrer ao cargo de Analista Ambiental Júnior - Oceanógrafo, no processo seletivo regulado elo Edital nº 01/2008, publicado em 15 de abril de 2008, seção 3 páginas 78 a 95, e seguintes, no período de 30/05/2008 a 03/06/2008, observado o horário oficial de Brasília/DF, por meio do formulário específico disponível na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO na internet (www.cesgranrio.org.br).
Petróleo Brasileiro S.A - PETROBRAS, por força da decisão judicial proferida pelo Juízo da 05ª Vara Federal do Rio de Janeiro nos autos do processo nº 008.51.01.007449-9 (Ação Civil Pública), torna pública a abertura das inscrições, exclusivamente ara graduados de nível superior em Biologia, com especialização, mestrado ou doutorado em meio ambiente para concorrer ao cargo de Engenheiro de Meio Ambiente Júnior e com especialização, mestrado ou doutorado em Oceanografia ou Oceanologia, para concorrer ao cargo de Analista Ambiental Júnior - Oceanógrafo, no processo seletivo regulado elo Edital nº 01/2008, publicado em 15 de abril de 2008, seção 3 páginas 78 a 95, e seguintes, no período de 30/05/2008 a 03/06/2008, observado o horário oficial de Brasília/DF, por meio do formulário específico disponível na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO na internet (www.cesgranrio.org.br).
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Concursos
Bahia recebe da OIE status de zona livre de aftosa
Suspensão do embargo facilita o comércio exterior de carne bovina produzida no estado
Adriana Patrocínio
A Bahia volta a ser reconhecida internacionalmente como zona livre de febre aftosa com vacinação. A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) devolveu ao estado o status perdido em outubro de 2005, quando ocorreu o foco da doença no Mato Grosso do Sul e Paraná. Além da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal voltam a ter o reconhecimento da OIE. A decisão, anunciada ontem pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, promete abrir novos mercados para a carne brasileira. Em território baiano, a expectativa é de que os frigoríficos possam exportar para quase todos os países.
“O país atingirá um novo status internacional em relação à saúde animal”, declarou Stephanes, ontem, ao ser informado sobre a suspensão do bloqueio para exportação da carne brasileira. O anúncio oficial é aguardado para hoje, em Paris, durante a 76a Sessão Geral Plenária da OIE. Após os eventos sanitários que envolveram os estados do Mato Grosso do Sul e Paraná, a Bahia e outros estados voltaram a ser reconhecidos como zona livre de febre aftosa com vacinação apenas pelo governo brasileiro.
Segundo o diretor geral da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Altair Santana de Oliveira, atualmente a Bahia não está exportando carne bovina, embora já conte com cerca de oito frigoríficos com inspeção federal. Alguns estabelecimentos, como o Bertim, em Itapetinga, estão em fase de incremento da capacidade de abate, para iniciar as vendas para o mercado externo. Para o pecuarista Marco Brandão, do município baiano de Anguera, “além do incentivo às exportações, a decisão da OIE vai ajudar a elevar o valor da carne no mercado baiano, em função do aumento da demanda”.
Exigências - A inspeção federal nos frigoríficos, no entanto, não é a única porta a ser aberta para conseguir espaço no mercado internacional. É preciso se adequar a diversas outras exigências, envolvendo principalmente segurança alimentar, instalações e equipamentos. “É um absurdo, um estado como a Bahia, com um rebanho de 12 milhões de cabeças, não atuar no exterior. É um atraso que precisa ser resolvido urgentemente”, critica Oliveira, acrescentando que, apesar dos esforços para atender às determinações do mercado internacional, alguns países, como Estados Unidos e Japão, só aceitam carne bovina de países livre de febre aftosa sem vacinação. Apenas o estado de Santa Catarina ostenta o status de livre de aftosa sem vacinação no país (quando não há mais a necessidade de aplicação de vacinas nos animais).
Na avaliação do dirigente, a Bahia, assim como outros estados, “foi punida injustamente” diante do episódio da febre aftosa no Sul do país. “Essa medida foi sem cabimento. Basta olhar a distância entre a Bahia e os estados envolvidos e prejudicados”, disse. Ele ressalta ainda que a obtenção do reconhecimento internacional como zona livre de aftosa com vacinação vai proporcionar à Bahia, além da ampla possibilidade de exportação da carne bovina, a exportação também de materiais de multiplicação animal e do próprio animal vivo, além da facilidade para participar de eventos internacionais.
Adriana Patrocínio
A Bahia volta a ser reconhecida internacionalmente como zona livre de febre aftosa com vacinação. A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) devolveu ao estado o status perdido em outubro de 2005, quando ocorreu o foco da doença no Mato Grosso do Sul e Paraná. Além da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal voltam a ter o reconhecimento da OIE. A decisão, anunciada ontem pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, promete abrir novos mercados para a carne brasileira. Em território baiano, a expectativa é de que os frigoríficos possam exportar para quase todos os países.
“O país atingirá um novo status internacional em relação à saúde animal”, declarou Stephanes, ontem, ao ser informado sobre a suspensão do bloqueio para exportação da carne brasileira. O anúncio oficial é aguardado para hoje, em Paris, durante a 76a Sessão Geral Plenária da OIE. Após os eventos sanitários que envolveram os estados do Mato Grosso do Sul e Paraná, a Bahia e outros estados voltaram a ser reconhecidos como zona livre de febre aftosa com vacinação apenas pelo governo brasileiro.
Segundo o diretor geral da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Altair Santana de Oliveira, atualmente a Bahia não está exportando carne bovina, embora já conte com cerca de oito frigoríficos com inspeção federal. Alguns estabelecimentos, como o Bertim, em Itapetinga, estão em fase de incremento da capacidade de abate, para iniciar as vendas para o mercado externo. Para o pecuarista Marco Brandão, do município baiano de Anguera, “além do incentivo às exportações, a decisão da OIE vai ajudar a elevar o valor da carne no mercado baiano, em função do aumento da demanda”.
Exigências - A inspeção federal nos frigoríficos, no entanto, não é a única porta a ser aberta para conseguir espaço no mercado internacional. É preciso se adequar a diversas outras exigências, envolvendo principalmente segurança alimentar, instalações e equipamentos. “É um absurdo, um estado como a Bahia, com um rebanho de 12 milhões de cabeças, não atuar no exterior. É um atraso que precisa ser resolvido urgentemente”, critica Oliveira, acrescentando que, apesar dos esforços para atender às determinações do mercado internacional, alguns países, como Estados Unidos e Japão, só aceitam carne bovina de países livre de febre aftosa sem vacinação. Apenas o estado de Santa Catarina ostenta o status de livre de aftosa sem vacinação no país (quando não há mais a necessidade de aplicação de vacinas nos animais).
Na avaliação do dirigente, a Bahia, assim como outros estados, “foi punida injustamente” diante do episódio da febre aftosa no Sul do país. “Essa medida foi sem cabimento. Basta olhar a distância entre a Bahia e os estados envolvidos e prejudicados”, disse. Ele ressalta ainda que a obtenção do reconhecimento internacional como zona livre de aftosa com vacinação vai proporcionar à Bahia, além da ampla possibilidade de exportação da carne bovina, a exportação também de materiais de multiplicação animal e do próprio animal vivo, além da facilidade para participar de eventos internacionais.
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Greve da Agede-Não Podemos Recuar
Foi publicado hoje em todos os jornais de São Luis que a Secretaria de Segurança do Estado, formou uma comissão especial para analisar as reivindicações dos policiais civis e agentes penitenciários. Esta comissão estudará além disto, a elaboração agora do PCCS (Plano de Cargos Carreira e Salários) para estas categorias. Colegas, é por isso que agora mais do que nunca precisamos fortalecer o nosso movimento e ir até as últimas conseqüências. Pois, se o Governo está cedendo para negociar com os policiais, ele não pode se eximir de fazer o mesmo em relação a AGED-MA. Ou será QUE SOMOS MENOS IMPORTANTES?Se além da pauta de reivindicações poderão implantar o PCCS para eles, por que não seguirmos o mesmo caminho?Alíás, somos todos "servidores" (trabalhadores) do mesmo estado e merecemos igualdade de tratamento.Colegas convençam os outros que por acaso estejam trabalhando a nos ajudarem e engressarem nesta luta, não podemos perder esta oportunidade ? Se já chegamos até aqui, por que desistir ou desanimar? Se chegamos até aqui, o "caldo já está derramado" e só temos uma alternativa: Continuarmos em greve, com mais força! Ou você prefere voltar ao trabalho com as mãos abanando? Trabalhando nas mesmas condições de antes: Sem Insalubridade, Sem adicional noturno, Sem Auxílio alimentação (É de direito para quem trabalha em regime de dois expedientes e plantão),Sendo "chefe" de Unidade Local e não ganhar nada por isso,ou, sendo chefe de Pasa e ganhar menos que os fiscais?E pior, ouvindo as chacotas dos que torcem contra nós...Companheiros, a hora é essa! Nada de se curvar diante das pressões! Alás, nós já estamos acostumados a sermos humilhados...uma pressão a mais ou a menos para nós, não faz diferença nenhuma!Continuem firmes, convocando a imprensa! Fazendo Manifestações! Ligando para os programas de rádio e televisão!etc... Hora se os policiais já estão conseguindo alguma coisa, por que não conseguiremos? Ficaria muito mal para o governo encerrar a greve da Segurança e não resolver a da AGED-MA! E tem mais, se não conseguirmos nada agora, depois de todo esforço para paralisarmos o estado, nunca mais conseguiremos....pois, estaríamos desgastados e sem forças para futuras reivindicações....Recuarmos agora, seria no mínimo um suicídio político para a nossa categoria! Não podemos nos deixar vencer pelas estratégias e manobras por aqueles que representam o governo! Vamos em frente Companheiros! A luta continua! Como diz aquela canção: "...Desesperar jamais...afinal de contas não tem cabimento entregar o jogo no primeiro tempo....NADA DE MORRER NA PRAIA....
OBS: RECEBEMOS DENUNCIA QUE GRANDES FRIGORÍFICOS ESTARIAM RECEBENDO ANIMAIS PARA ABATE SEM GTAS, ISTO É UM CRIME CONTRA A SAÚDE PÚBLICA! E DEVE SER DENUNCIADO FORMALMENTE AO MIÍSTÉRIO DA AGRICULTURA E, PRINCIPALMENTE ATRAVÉS DA IMPRENSA!
FORÇA A TODOS! HAJA COMO SE TODOS OS DIAS FOSSE O PRIMEIRO DIA DA GREVE!!!
OBS: RECEBEMOS DENUNCIA QUE GRANDES FRIGORÍFICOS ESTARIAM RECEBENDO ANIMAIS PARA ABATE SEM GTAS, ISTO É UM CRIME CONTRA A SAÚDE PÚBLICA! E DEVE SER DENUNCIADO FORMALMENTE AO MIÍSTÉRIO DA AGRICULTURA E, PRINCIPALMENTE ATRAVÉS DA IMPRENSA!
FORÇA A TODOS! HAJA COMO SE TODOS OS DIAS FOSSE O PRIMEIRO DIA DA GREVE!!!
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CREA-MA os Técnicos Agricolas podem votar
saiu liminar garantindo que todos os Técnicos Agrícolas votem hoje dia 04 nas eleições do CREA corra a uma das insppetorias ou a sede do CREA e vamos eleger ODINÉIA, para presidente do CREA, Thereza para a Mútua e Reinaldo para o CONFEA, Urgente divulgue aos colegas.
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terça-feira, 3 de junho de 2008
GREVE AGED NOTÍCIAS!
Informamos que alguns produtores e criadores da Região tocantina conseguiram liminares na justiça para o transporte de banana e realização de leilões sem que para isto haja emissão de documentação sanitária.Porém a liminar para o transporte de banana não foi aceita pelos estados importadores e os animais dos leilões não poderão retornar ou transitar para os destinos sem a GTA, principalmente,se forem para outros estados...pois, as liminares garantem especificamente apenas a realização do leilão citado.. e mesmo que autorize o trânsito, dificilmente os outros estados aceitarão... na verdade, isto só fortalece o nosso movimento!Pois, nos dá mais visibilidade!O Sinfa, está tomando todas as medidas que são necessárias...Portanto, mantenham-se firmes e sem temor!Só chegaremos à vitória com união, força e Muita luta!obs: Se você souber de algum abatedouro que esteja recebendo animais sem GTA, denuncie para o MAPA: (98) 2106-1969 (gabinete do superintendente da SFA-MA)Em anexo segue o Plano de Cargos e Salários da ADAB(BAHIA),aprovado esta semana...Nas negociações junto ao governo será soliocitado pelos sindicatos, o estudo por parte do governo do Maranhão para a elaboração do nosso!
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Rural - Termina a greve da Adepará

Santarém - A Agência de Defesa Agropecuária do Pará, já normalizou o serviço de atendimento ao público. O fim da greve é resultado de um acordo entre a classe e o governo do estado, mas alguns servidores ainda estão insatisfeitos e a greve pode retornar.
Em Santarém, a greve durou dez dias. Com a paralisação, os criadores ficaram impossibilitados de ter acesso aos documentos de emissão de guia animal, notificação de vacinação contra a febre aftosa e outros do setor vegetal.
Mesmo depois do fim da greve, o movimento na Agência em Santarém ainda é fraco.
A volta das atividades é resultado de um acordo entre o Sindicato dos Servidores da Adepará e uma comissão do governo do estado.
Mas muitos funcionários ainda estão insatisfeitos e ameaçam retornar com a greve. Além da questão salarial, eles reivindicam aumento no valor do ticket alimentação.
Segundo o engenheiro agrônomo da Adepará, Paulo Ricardo muitas das exigências feitas não foram cumpridas o que deixou os servidores insatisfeitos, daí a ameaça de paralisação dos serviços.
“As condições de trabalho em muitos postos são precárias . As propostas que nos foram oferecidas foram vagas. Não tem nada escrito. Não tem nada oficial. Nós não ficamos satisfeitos com isso.”
Dannie Oliveira com informações de Ângela Cavalcante
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Mais adesão á greve da AGED
OS ANS E ADO DA AGED-MA, PODEM ADERIR A QUALQUER MOMENTO!
Por: George Castro, via email
O grupo ANS (ATIVIDADES DE NÌVEL SUPERIOR) e ADO (ATIVIDADES diversas e operacionais) da AGED-MA, em reunião ocorrida ontem 02/06/2008, elaboraram uma pauta de reivindicações que foi encaminhada ao governo através do SINTSEP, e a qualquer momento poderão anunciar oficialmente a adesão à GREVE ! Comunique aos colegas ANS e ADO da sua regional para que entrem em contato com os colegas de São Luís!!!
Há especulações de que o governo já teria uma contra- proposta,porém, não há nada de oficial! è preciso que neste momento, continuemos firmes, engajados ainda mais, e sem realizar nenhuma atividade funcional...lembre-se, a nossa greve é uma greve de mercado! e é o mercado que precisa sentir a fundo os efeitos da greve para pressionar o governo!Convoquem a imprensa, façam passeatas, concentrem-se em frente aos PASAS, com faixas, cartazes, carro de som ou qualquer coisa que faça barulho! E principalmente: NÂO RETORNEM AO TRABALHO antes seja convocada a assembléia geral para analisar uma provável contra-proposta do governo! AGED NA RUA ! A GREVE CONTINUA!!!
OBS: ACESSE www.orkut.com.br (COMUNIDADE AGED-MA) E TENHA INFORMAÇÕES DIÁRIAS SOBRE O ANDAMENTO DA GREVE EM TODO O ESTADO!
Renato da BARREIRA DE TIMOM PUBLICOU EM NO ORKUT: (01/06/2008)
"VERDADEIROS IMPERIOS AGROPECUARIOS DEPENDEDEM DE NOSSA FUNÇÃO QUE NÃO RECEBE O DEVIDO RECONHECIMENTO".
A BARREIRA SANITARIA DE TIMON, A PORTA LESTE DO ESTADO, ESTA TODALMENTE PARADA E TEMOS COTIDIANAMENTE O RETORNO DE VEICULOS CARREGADOS COM AIMAIS POIS NAUM PODEN ADENTRAR NOS ESTADOS DO PIAUI, CEARA E PERNAMBUCO!, CONSUMIDORES POTENSIAIS DO GADO MARANHENSE.
ESTA OCORRENDO A ENTRADA DESCOTROLADA DE ANIMAIS DE TODAS AS ESPECIES NO ESTADO, PRINCIPALMENTE BOVINOS QUE, SEM INDONIEDADE NENHUMA, ESTÃO TRANSITANDO LIVREMETE DO PIAUI E CEARA, AREAS DE RISCO DESCONHECIDO.
SE NINGUEM TA PREOCULPADO, PQ EU ESTARIA?
UM ABRAÇO A TODOS E VAMOS A LUTA.
Por: George Castro, via email
O grupo ANS (ATIVIDADES DE NÌVEL SUPERIOR) e ADO (ATIVIDADES diversas e operacionais) da AGED-MA, em reunião ocorrida ontem 02/06/2008, elaboraram uma pauta de reivindicações que foi encaminhada ao governo através do SINTSEP, e a qualquer momento poderão anunciar oficialmente a adesão à GREVE ! Comunique aos colegas ANS e ADO da sua regional para que entrem em contato com os colegas de São Luís!!!
Há especulações de que o governo já teria uma contra- proposta,porém, não há nada de oficial! è preciso que neste momento, continuemos firmes, engajados ainda mais, e sem realizar nenhuma atividade funcional...lembre-se, a nossa greve é uma greve de mercado! e é o mercado que precisa sentir a fundo os efeitos da greve para pressionar o governo!Convoquem a imprensa, façam passeatas, concentrem-se em frente aos PASAS, com faixas, cartazes, carro de som ou qualquer coisa que faça barulho! E principalmente: NÂO RETORNEM AO TRABALHO antes seja convocada a assembléia geral para analisar uma provável contra-proposta do governo! AGED NA RUA ! A GREVE CONTINUA!!!
OBS: ACESSE www.orkut.com.br (COMUNIDADE AGED-MA) E TENHA INFORMAÇÕES DIÁRIAS SOBRE O ANDAMENTO DA GREVE EM TODO O ESTADO!
Renato da BARREIRA DE TIMOM PUBLICOU EM NO ORKUT: (01/06/2008)
"VERDADEIROS IMPERIOS AGROPECUARIOS DEPENDEDEM DE NOSSA FUNÇÃO QUE NÃO RECEBE O DEVIDO RECONHECIMENTO".
A BARREIRA SANITARIA DE TIMON, A PORTA LESTE DO ESTADO, ESTA TODALMENTE PARADA E TEMOS COTIDIANAMENTE O RETORNO DE VEICULOS CARREGADOS COM AIMAIS POIS NAUM PODEN ADENTRAR NOS ESTADOS DO PIAUI, CEARA E PERNAMBUCO!, CONSUMIDORES POTENSIAIS DO GADO MARANHENSE.
ESTA OCORRENDO A ENTRADA DESCOTROLADA DE ANIMAIS DE TODAS AS ESPECIES NO ESTADO, PRINCIPALMENTE BOVINOS QUE, SEM INDONIEDADE NENHUMA, ESTÃO TRANSITANDO LIVREMETE DO PIAUI E CEARA, AREAS DE RISCO DESCONHECIDO.
SE NINGUEM TA PREOCULPADO, PQ EU ESTARIA?
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segunda-feira, 2 de junho de 2008
Prorrogada vacinação contra a febre aftosa

O inverno rigoroso levou o Governo do Estado a prorrogar a I etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa nos rebanhos bovino e bubalino do Maranhão. Agora, os criadores têm até o próximo dia 20 de Junho para vacinar o seu gado.
A portaria prorrogando o prazo de vacinação foi expedida pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) nesta quinta-feira (29). De acordo com o diretor-geral da Aged, Sebastião Anchieta, “as altas precipitações pluviométricas em todo o Estado do Maranhão durante os primeiros meses deste ano, que culminou na decretação de calamidade pública por parte do governador Jackson Lago em alguns municípios do território maranhense levaram à decisão da prorrogação”.
Sebastião Anchieta afirmou também que a medida vai ajudar os criadores no trabalho de cobertura vacinal dos seus rebanhos, numa soma de esforços com o Governo do Estado. “Os transtornos causados pelas chuvas intensas como áreas inundadas, difícil acesso às propriedades, desabamentos de pontes, condições inadequadas dos currais para os procedimentos da vacinação dos rebanhos, fizeram com que tivéssemos de ampliar o prazo de vacinação. Essa prorrogação dará tempo hábil aos nossos criadores, que com certeza vão atender ao nosso apelo e vacinar todas as cabeças de gado de suas propriedades”.
O Maranhão tem o segundo maior rebanho do Nordeste, com sete milhões de cabeças de gado e 114 mil propriedades rurais cadastradas. O diretor-geral da Aged disse que a expectativa do Governo do Estado é atingir uma cobertura vacinal acima de 90% nos rebanhos bovinos e bubalinos.
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Concurso para o BNDES - nivel médio e superior
Estão abertas até 16 de junho as inscrições do concurso para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES), destinado à formação de cadastro de reserva. As oportunidades são para técnico-administrativo, função de nível médio, que oferece remuneração de R$2.521,05 e para cargos de nível superior, com remuneração de R$7.308,67 (os valores incluem vale-refeição de R$575). As taxas são de R$28 (médio) e R$54 (superior).
Além desta seleção de nível superior para os cargos de analista de sistemas (suporte), arquiteto, arquivologista, biblioteconomista, advogado e geólogo, o BNDES ainda está com inscrições abertas no concurso para o cargo de engenheiro. Os requisitos são a formação inerente ao cargo e, conforme o caso, o registro no órgão de classe correspondente. Para técnico-administrativo a exigência é o ensino médio completo. O BNDES oferece benefícios como assistências médica, hospitalar e dentária (extensivas aos dependentes), auxílio creche e plano de previdência privada (optativo).
As inscrição são feitas em agências credenciadas dos Correios no Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Brasília, Também é possível se inscrever no site da organizadora
http://www.cesgranrio.org.br/
Apesar do concurso ser para cadastro, é característica do BNDES convocar muitos aprovados.
Edital para os cargos de níveis médio e superior:
http://www.folhadirigida.com.br/htmls/EdtBndesDemaisCargos.pdf
Edital para o cargo de engenheiro
http://www.folhadirigida.com.br/htmls/EdtBndesEng.pdf
Além desta seleção de nível superior para os cargos de analista de sistemas (suporte), arquiteto, arquivologista, biblioteconomista, advogado e geólogo, o BNDES ainda está com inscrições abertas no concurso para o cargo de engenheiro. Os requisitos são a formação inerente ao cargo e, conforme o caso, o registro no órgão de classe correspondente. Para técnico-administrativo a exigência é o ensino médio completo. O BNDES oferece benefícios como assistências médica, hospitalar e dentária (extensivas aos dependentes), auxílio creche e plano de previdência privada (optativo).
As inscrição são feitas em agências credenciadas dos Correios no Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Brasília, Também é possível se inscrever no site da organizadora
http://www.cesgranrio.org.br/
Apesar do concurso ser para cadastro, é característica do BNDES convocar muitos aprovados.
Edital para os cargos de níveis médio e superior:
http://www.folhadirigida.com.br/htmls/EdtBndesDemaisCargos.pdf
Edital para o cargo de engenheiro
http://www.folhadirigida.com.br/htmls/EdtBndesEng.pdf
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Concursos
domingo, 1 de junho de 2008
Greve na Aged pode prejudicar agronegócios no Maranhão
MATERIA DO JORNAL O ESTADO DO MARANHÃO, POR FAVOR REPASSE PARA NOSSOS COLEGAS.
Greve na Aged pode prejudicar agronegócios no Maranhão
Cezar Scanssette
Da equipe de O Estado
Com a greve dos servidores da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged), desde o início da semana criadores de gado de todo o Maranhão já se preocupam com os prejuízos caso seja interrompida por mais tempo a campanha de vacinação contra a febre aftosa. Além disso, eventos de negócios agropecuários, como a Agrobalsas, iniciada nesta semana, podem ser prejudicados, pois a fiscalização e o trânsito de animais e de grãos nos postos da Aged praticamente pararam, segundo o comando de greve.
Para Cláudio Azevedo, presidente da Associação dos Criadores do Estado do Maranhão (Ascem), ainda não foi possível fazer um balanço dos prejuízos, mas os criadores já contabilizam perdas nas exportações de carne interestaduais. Até o fim da semana, a Ascem deve divulgar uma planilha com os prejuízos.
"Os negócios estão certamente prejudicados, mas o que preocupa ainda mais é um iminente retrocesso na campanha de vacinação contra a febre aftosa. Há risco da vacinação ser interrompida", alertou Cláudio Azevedo.
De acordo com Hamilton Cruz, presidente do Sindicato dos Fiscais da Aged (Sinfa), cerca de 350 servidores em todo o estado, desde fiscais de defesa agropecuária, assistentes técnicos agrícolas e auxiliares técnico-administrativos, que desde o ano passado reivindicam direitos e benefícios trabalhistas, como adicionais por insalubridade, por dedicação exclusiva e por interiorização
Fiscais e técnicos da Aged também reivindicam equiparação salarial com outros estados. Em números, o salário sem desconto de um técnico agrícola de nível médio é de R$ 650,00. Já um técnico de nível superior recebe R$ 1.200,00. Em Tocantins, por exemplo, um técnico de nível médio ganha R$ 1 mil e um de nível superior recebe R$ 2.020,00, valores esses acrescidos de gratificações.
Os servidores da Aged também querem passe-livre em terminais de ferry-boat durante o deslocamento para exercício da função; auxílio-alimentação; segurança nas barreiras sanitárias; gratificação sobre a arrecadação de impostos que incidem sobre produtos agropecuários; concurso público; elevação da atividade à condição de serviço essencial; auxílio-benefício; diferença salarial por titulação e equiparação de salários dos fiscais.
"Nós já fizemos duas greves de advertência, mas o governo não demonstrou qualquer interesse em negociar com as nossas reivindicações. Por isso, deflagramos greve geral por tempo indeterminado", destacou Hamiltom Cruz.
Aftosa
A campanha de vacinação contra a febre aftosa foi iniciada no dia 1° deste mês. De acordo com a lei estadual nº 7.386, de 16 de junho de 1999, e com o decreto estadual nº 20.036, de 10 de novembro de 2006, o produtor deve comprovar que imunizou o rebanho durante o período oficial de vacinação ou até 15 dias após o término. Como não há técnicos para acompanhar a vacinação, não é possível comprovar a imunização.
Para além da questão da febre aftosa, a greve interfere de forma decisiva na economia do estado já que donos de matadouros não abatem nenhum gado sem o aval técnico da Aged. Além disso, a exportação de madeira, frutas, legumes e vegetais não é permitida sem os guias de transporte, emitidos por meio de inspeção realizada pelos técnicos.
Matéia publicada no Jornal O Estado do Maranhão
Greve na Aged pode prejudicar agronegócios no Maranhão
Cezar Scanssette
Da equipe de O Estado
Com a greve dos servidores da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged), desde o início da semana criadores de gado de todo o Maranhão já se preocupam com os prejuízos caso seja interrompida por mais tempo a campanha de vacinação contra a febre aftosa. Além disso, eventos de negócios agropecuários, como a Agrobalsas, iniciada nesta semana, podem ser prejudicados, pois a fiscalização e o trânsito de animais e de grãos nos postos da Aged praticamente pararam, segundo o comando de greve.
Para Cláudio Azevedo, presidente da Associação dos Criadores do Estado do Maranhão (Ascem), ainda não foi possível fazer um balanço dos prejuízos, mas os criadores já contabilizam perdas nas exportações de carne interestaduais. Até o fim da semana, a Ascem deve divulgar uma planilha com os prejuízos.
"Os negócios estão certamente prejudicados, mas o que preocupa ainda mais é um iminente retrocesso na campanha de vacinação contra a febre aftosa. Há risco da vacinação ser interrompida", alertou Cláudio Azevedo.
De acordo com Hamilton Cruz, presidente do Sindicato dos Fiscais da Aged (Sinfa), cerca de 350 servidores em todo o estado, desde fiscais de defesa agropecuária, assistentes técnicos agrícolas e auxiliares técnico-administrativos, que desde o ano passado reivindicam direitos e benefícios trabalhistas, como adicionais por insalubridade, por dedicação exclusiva e por interiorização
Fiscais e técnicos da Aged também reivindicam equiparação salarial com outros estados. Em números, o salário sem desconto de um técnico agrícola de nível médio é de R$ 650,00. Já um técnico de nível superior recebe R$ 1.200,00. Em Tocantins, por exemplo, um técnico de nível médio ganha R$ 1 mil e um de nível superior recebe R$ 2.020,00, valores esses acrescidos de gratificações.
Os servidores da Aged também querem passe-livre em terminais de ferry-boat durante o deslocamento para exercício da função; auxílio-alimentação; segurança nas barreiras sanitárias; gratificação sobre a arrecadação de impostos que incidem sobre produtos agropecuários; concurso público; elevação da atividade à condição de serviço essencial; auxílio-benefício; diferença salarial por titulação e equiparação de salários dos fiscais.
"Nós já fizemos duas greves de advertência, mas o governo não demonstrou qualquer interesse em negociar com as nossas reivindicações. Por isso, deflagramos greve geral por tempo indeterminado", destacou Hamiltom Cruz.
Aftosa
A campanha de vacinação contra a febre aftosa foi iniciada no dia 1° deste mês. De acordo com a lei estadual nº 7.386, de 16 de junho de 1999, e com o decreto estadual nº 20.036, de 10 de novembro de 2006, o produtor deve comprovar que imunizou o rebanho durante o período oficial de vacinação ou até 15 dias após o término. Como não há técnicos para acompanhar a vacinação, não é possível comprovar a imunização.
Para além da questão da febre aftosa, a greve interfere de forma decisiva na economia do estado já que donos de matadouros não abatem nenhum gado sem o aval técnico da Aged. Além disso, a exportação de madeira, frutas, legumes e vegetais não é permitida sem os guias de transporte, emitidos por meio de inspeção realizada pelos técnicos.
Matéia publicada no Jornal O Estado do Maranhão
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