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terça-feira, 8 de julho de 2008

Ministério deve lançar editais de concursos ainda neste mês

Os interessados em concorrer a uma das vagas do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) podem intensificar os estudos. Isso porque, na última semana, o Coordenador Geral de Recursos Humanos do órgão, Sergio Chamom, confirmou que, no final do mês de julho, deve sair o primeiro edital com as 135 ofertas que irão contemplar a administração central do Ministério. No total, foram autorizadas 338 vagas, mas as 203 restantes, destinadas a 15 Unidades de Pesquisa (UP´s) do órgão, serão distribuídas em diversos editais, que têm prazo para serem publicados até meados de agosto.
Das oportunidades para a administração central, 92 são para o cargo de Analista em Ciência e Tecnologia, que exige nível superior, 40 de Assistente em Ciência e Tecnologia e 3 a Auxiliar em Ciência e Tecnologia, que exigem nível médio. Estes cargos fazem parte da carreira de Gestão, Planejamento e Infra-Estrutura em Ciência e Tecnologia e foram distribuídos entre as seguintes áreas: gabinete, representação regional do Nordeste, representação regional do Sudeste, Assessoria de Acompanhamento e Avaliação das Atividades Finalísticas, Assessoria de Captação de Recursos (Ascap), Assessoria de Assuntos Internacionais (Assin), Coordenação Geral da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CG-CTNbio), Subsecretaria de Coordenação das Unidades de Pesquisa (Scup), Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social (Secis), Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped), Secretaria de Políticas de Informática (Sepin), Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec), Secretaria Executiva (Sexec) e Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (Spoa).
De acordo com Chamom, alguns ajustes ainda estão sendo feitos pela comissão do concurso neste edital para que ele seja efetivamente publicado. O Ministério realiza, também, processo de licitação para contratar a empresa que será a responsável pela seleção.

Unidades de Pesquisa
De acordo com Chamom, os editais das seleções para as unidades de pesquisa do Ministério estão sob a responsabilidade de seus respectivos diretores e devem ser divulgados até agosto – prazo dado pelo Ministério do Planejamento para a abertura do concurso.
Ele explica que cada unidade deve divulgar seu próprio edital devido às especificidades inerentes a cada órgão. “Os cargos de Tecnologista e Pesquisador, por exemplo, não seguem os moldes tradicionais de um concurso. É uma prova como a seleção de Professores Titulares, em que o candidato deve fazer a defesa de memorial, apresentar projetos e há uma banca examinadora, composta de professores, sendo 50% da própria instituição e 50% de fora que irão examiná-lo como se fosse uma sabatina”, explica. Por isso, é importante que os interessados nessas vagas fiquem atentos quanto às publicações desses editais, já que devem acontecer em datas diferentes.

Das 203 oportunidades oferecidas, 46 serão para o cargo de Pesquisador, 63 para Tecnologista – aos candidatos de nível superior -, 61 para Técnico, 1 para Auxiliar Técnico, 30 para Assistente em Ciência e Tecnologia e 2 para Auxiliar em Ciência e Tecnologia – funções que exigem nível médio. As vagas serão distribuídas entre as seguintes Unidades de Pesquisa do órgão: Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), Centro de Pesquisas Renato Archer (CenPRA), Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Ceten), Instituto Nacional de Tecnologia (INT), Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), Observatório Nacional (ON) e Instituto Nacional do Semi-Árido (Insa).

Carência de servidores
Chamom explica que, assim como em outros órgãos do governo federal, o MCT também sofre com a falta de funcionários. “A carência [de servidores] é muito grande

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